Prog Rock VI

1969

Esse ano foi ainda mais importante em termos de surgimento de bandas, pois foram criadas Atomic Rooster, King Crimson, Renaissance e Triumvirat. Não conhece nenhuma? Por isso você precisa ler essa série!!

Outro fato importante foi a estréia da banda Genesis, com seu primeiro LP (a banda já havia sido formada antes). Nesse ano também tivemos o lançamento da ópera-rock Tommy, do The Who, que foi transformada em filme, alguns anos mais tarde, quando eu era adolescente. Eu adorei e assisti várias vezes. The Who não pode ser considerado Prog, mas a idéia de uma ópera-rock é, no fundo, a essência do progressivo: misturar algo erudito (o conceito de ópera) com o rock. Para quem não conhece, eu recomendo, pois já tem em CD e DVD (baratinho, comprei em banca de jornais). Tem participações de Tina Turner e Elton John.

Apesar das origens do Prog terem sido formadas em meados da década de 1960 foi somente em 1969 que a cena estaria se formando concretamente, como evidenciado pela aparição do King Crimson em fevereiro desse mesmo ano. O estilo da banda foi seguido rapidamente por outras bandas do Reino Unido incluindo Yes, Genesis, Pink Floyd, Emerson Lake and Palmer (ELP) e Jethro Tull. Exceto pelo ELP, tais bandas começaram suas carreiras antes do King Crimson, mas mudaram o curso de sua música consideravelmente após o lançamento do álbum In the Court of the Crimson King.

Foram muitos os álbuns lançados nesse ano, então terei que me focar nos mais importantes e ser breve (como se eu conseguisse fazer isso...).

Amon Düül - Psychedelic Undeground
Banda alemã de progressivo experimental. Muito inovadora, embora muito difícil de ser apreciada por "não-experts". Lançou 3 álbuns em 1969, mas sofre uma ruptura com a saída de alguns membros e se transforma em Amon Düül II.
Nesse primeiro álbum temos uma música de mais de 17 minutos, como as do Prog, mas num estilo bem diferente. Não recomendo a ninguém que aprecie músicas mais melodiosas, porque isso não irá encontrar aqui.

Amon Düül - Collapsing-Singvôgel Rückwãrts

Amon Düül - Phallus Dei
Quem entende um pouco de latin já deve estar escandalizado com o nome do álbum. Esse álbum é um pouco menos "hermético" que os outros, mas ainda assim, bastante experimental.

 

 

Can - Monster Movie
Grupo alemão. Esse álbum de estréia contém somente 4 faixas, entre 4 e 20 minutos de duração. O estilo seguido nesse álbum está mais para o psicodélico, porém com alguns solos de guitarra que enveredam para um progressivo. "Mary, Mary so contrary" segue bem o estilo psicodélico-sonolento que o Pink Floyd seguia na época, mas da metade para o final, passa a ser totalmente instrumental e mais progressiva. "yoo Doo Right", embora tenha uma característica do Prog, mais de 20 minutos de duração, na verdade é psicodelismo puro.

Captain Beefheart & His Magic Band - Trout Mask Replica
Captain Beefheart é o pseudônimo de Don Van Vliet, músico americano que, juntamente com um grupo rotativo de músicos genericamente chamado de Magic Band, lançou alguns álbuns de rock psicodélico com toques de blues. Seu trabalho é mais conhecido pela sua influência no punk rock e new wave.
Não gostei muito desse álbum. Ele canta como se estivesse bêbado e as músicas são muito chatas.

East of Eden - Mercator Projected
Banda inglesa, com uma música que mistura jazz-fusion com muitas influências orientais. Esse álbum mistura violino elétrico, flauta, sax com música erudita (Bela Bartok), oriental e cigana, numa base de rock pesado.
A música "In the Stable of the Sphinx,", na sua versão demo, ou é um plágio ou um cover de "Third Stone from the Sun" de Hendrix. Inicia e termina com um trecho dessa música. Na versão regular, o trecho idêntico foi retirado e ela tem 3 minutos a menos. Talvez fosse uma citação musical somente...
Apesar disso, é um álbum muito bom e essas misturas citadas funcionam muito bem. Vocais agradáveis e músicas bem variadas. Recomendo.

Fairport Convention - Liege and Lief
Banda inglesa com uma vocalista feminina. Seu estilo remete mais um folk ou country-rock, com uns toques de música céltica. Em algumas faixas, como Reynardine, chega a antecipar um new age estilo Ennya. Pra dizer a verdade, achei esse álbum chatérrimo.

 

Frank Zappa - Hot Rats
Considerado por alguns autores, o seu melhor álbum dos anos 60. Inclui algumas músicas na Playlist para os leitores terem contato com a sua música.

 

 

Genesis - From Genesis to Revelation
O nome desse álbum faz um trocadilho com o nome do grupo e a Bíblia (o livro do Apocalipse também é conhecido domo Livro das Revelações). Álbum de baladinhas, ainda longe do que seria o estilo progressivo do grupo. Algumas músicas já com órgão Hammond (muitissimo usado no Prog) como "The Serpent", mas no geral é um álbum que dá sono. Curiosamente, algumas bandas começaram progressivas desde o início. Outras, foram se transformando progressivamente (desculpe o trocadilho).

Gong - Magick Brother, Mystick Sister
Grupo francês, criado por um dos fundadores do Soft Machine (e que, sendo australiano, teve seu visto de entrada na Inglaterra negado e foi para a França fundar outra banda). Se os grupos de Prog já foram um "entra-e-sai" de integrantes, esse grupo foi ainda pior, com tantas formações que não dá nem para dizer qual a "fixa".
Nesse primeiro trabalho, lançado ainda sem o nome do grupo como um álbum de Daevid Allen e Gilli Smyth e posteriormente relançado como sendo do Gong, o estilo está mais para o psicodelismo.  Em algumas faixas como "Ego" e "Cos you got green hair"  já se sente uma tendência progressiva.

Jethro Tull - Stand Up
Com uma música inspirada em Bach, a banda continua com seu estilo tendendo ao progressivo, mas ainda não 100%. O uso da gaita (harmônica) em algumas músicas, as faz tender muito para o blues/jazz. Já as partes com flauta apontam mais para o que seria a fase progressiva do grupo. Mas algumas músicas já prenunciavam essa fase, como "Bourée", alguns trechos de "Back to the family", "Look into the Sun", "For a Thousand Mothers" "Living in the Past" e "Sweet Dream".

King Crimson - In the Court of the Crimson King
Um dos 7 grandes grupos do Prog inglês. Ao contrário da maioria desses 7, o álbum de estréia já é muito bom. Bem progressivo mesmo, com somente 5 faixas, todas com mais de 6 minutos!! Fazendo parte dessa banda estava Greg Lake (o Lake do Emerson, Lake & Palmer).
Esse disco tem uma importância muito grande pois muitas bandas mais antigas mudariam de estilo para o progressivo depois do lançamento de King Crimson. Na verdade, é como se o Rock Progressivo tivesse dois nascimentos: o lançamento de "Days of Future Passed" e o lançamento de "In the Court of the Crimson King".

Moody Blues - On the Threshold of a Dream
Sinceramente não gosto desse álbum. Só músicas curtas, tendendo a baladinha. Sem muito jeito de Rock Progressivo.

 

 

Moody Blues - To Our Children's Children's Children
O grupo estava fazendo tanto sucesso que fundou sua própria gravadora, com o nome de Threshold, lançando no mesmo ano um segundo álbum, bem mais experimental e progressivo que o outro, embora também só com músicas curtas. Algumas são de uma simploriedade irritante como "Floating". É impressionante ver como um grupo que lançou "Days of Future Passed" decair tanto de qualidade.

Organisation - Tone Float
Banda alemã que veio a dar origem ao famoso Kraftwerk, que foi um dos grandes nomes do Prog alemão. Nesse álbum de estréia, ainda com o nome de Organisation, o grupo experimenta bastante, incluindo sons inusitados em suas músicas.
Não posso negar a importância da experimentação, mas sempre sou favorável a que uma música seja agradável de se ouvir. Nao consigo me imaginar pensando "hoje estou com vontade de ouvir Tone Float"...

Pink Floyd - Trilha sonora do filme More
Fazer trilha sonora pode ser o caminho para o reconhecimento ou para ser desprezado pela crítica. No caso do Pink Floyd parece que foi a primeira opção. O estilo das músicas fica entre aquilo que eu chamo de "psicodélico sonolento" e um psico-hard rock. Em "Cirrus Minor" sons ambientes, como o canto de pássaros, se misturam aos instrumentos habituais de banda de rock. Em "Up the Khyber" já se sente uma tendência progressiva, mas na maioria das faixas ainda predomina o psicodelismo.

Pink Floyd - Ummagumma
Já nesse álbum começa-se a se sentir o que viria a ser o Pink Floyd progressivo. O começo do álbum é belíssimo, com uma introdução orquestral soturna, seguida de um piano solo executando uma canção de um lirismo quase romântico e que vai se transformando gradualmente numa música desestruturada e moderna. Porém, a maior parte do álbum ainda está mais para o psicodélico.

Renaissance - Renaissance
Quem fica enchendo a boca para falar de Metal melódico, como se fosse novidade mulheres vocalistas de banda de rock, precisa saber que o Prog tinha muitas bandas com vocalistas femininas. Renaissance é uma delas. Tudo bem que o vocal é MUITO diferente do que se faz hoje.
A grande estrela do Renaissance foi Annie Haslam, mas ela só estreou em 1972, de modo que esse álbum de estréia tem outra vocalista chamada Jane Relf. que não tem comparação com Annie Haslam. Muitos inclusive só consideram o Renaissance a partir da entrada de Annie.
Esse álbum de estréia já se mostra bem progressivo, com influências de música medieval, ibérica, árabe e jazz. No entanto, não chega aos pés da qualidade que seria atingida quando Annie viesse a participar.

Soft Machine - Volume Two
Segundo álbum desse grupo de jazz-rock progressivo. Nesse álbum, eles mantêm a forte ligação com o jazz, porém com alguns trechos que poderiam passar tranquilamente por progressivo puro. Mas a parte vocal é bem puxada pro jazz mesmo.

 

Touch - Touch (20/20 Sound)
Considerada por muitos a primeira banda americana de rock realmente progressivo, pois quase todas na época tendiam mais para o psicodelismo. A banda foi formada a partir dos membros de outra banda, Don And The Goodtimes. Na verdade, não é progressivo puro. Existem músicas tipicamente psicodélicas, outras que tendem ao jazz-rock, mas "Seventy Five", "We feel Fine", "Friendly Birds" e, principalmente, "The Spiritual Death of Howard Greer" já podem ser chamadas de totalmente progressivas, o que já era uma inovação nos EUA daquela época. "Alesha and others" tem um solo de piano muito interessante, embora misture trechos tipicamente de jazz.
Quem ouvir esse álbum pode achar que a banda copia algumas bandas do Prog inglês, como Yes, ELP, mas veja as datas. Não tem como imitar algo que, naquela época, nem existia ou ainda estava longe do progressivo...
Infelizmente a banda se desfez e os integrantes foram cada um para uma banda diferente.

Van der Graaf Generator - The Aerosol Grey Machine
Depois dizem que o Prog não é música de nerds. Só um nerd para colocar o nome de uma banda de "Gerador de Van der Graaf" (e só um nerd para saber o que é isso). O grupo inglês, mais conhecido como VdGG, também passou por inúmeras formações. Para alguns ele deveria ser incluído nos grandes do Rock Progressivo inglês, que ficaria então com 8 bandas.
O grupo costumava abordar temas existenciais que relacionavam-se como o niilismo. Nesse primeiro álbum já vemos um estilo bastante progressivo (coisa rara para as grandes bandas que, geralmente, começaram no psicodélico). O vocalista, Peter Hammill, canta boa parte do tempo em falsete, o que iria se tornar muito comum no futuro, mas ainda era raro nessa época. Nesse álbum também temos flauta, embora não com a constância de um Jethro Tull, nem com o estilo "nervoso" daquela banda.

Wigwam - Hard'n Horny
Talvez o maior nome do Prog finlandês (Tem até isso? Tem!!). Misturando o rock progressivo, com outras influências que vão de Bob Dylan a Beatles, passando por Rolling Stones, essa banda foi bastante conhecida em sua terra natal, mas muito pouco difundida em outros países. A banda tinha dois compositores entre seus integrantes, com estilos completamente diferentes. O lado A desse álbum é todo composto por Jukka Gustavson, enquanto o lado B é composto por Jim Pembroke (Será que os mais novos sabem o que é um lado A e B de um LP?). Gustavson escreve as músicas em finlandês e Pembroke em inglês. O primeiro é mais ousado e transgressor, com toques de jazz; o segundo mais melódico e progressivo.
Como característica da cultura escandinava, a liberalidade com a temática sexual é avançada para a época, a começar pelo título do álbum e pelo logotipo do selo Love Records (que eu não vou reproduzir aqui pois crianças acessam esse blog).

Yes - Yes
Álbum de estréia de uma das 7 bandas principais do Prog Rock inglês. Mas ainda não era um grupo maduro, nem o som era tipicamente progressivo. É um disco bastante fraco, com músicas não originais (tem de Beatles até uma canção de um musical da Broadway). Com o passar do tempo, os integrantes fracos do Yes foram sendo substituídos por bons até atingir o ponto certo. Por exemplo, nesse álbum, o tecladista era limitadíssimo. Só em 1971 entraria o super Rick Wakeman.

Agora ouçam a Playlist e comparem o estilo de cada banda. Até a próxima postagem.



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 09h20
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Ecos do Passado Nº16

Após um período fora da programação do Blog, volta o Ecos do Passado, agora já com idade para votar.
Essa semana teremos 4 apresentações bem distintas. A começar com Russo Garcia. Eu sempre gostei do Russo Garcia. Acho que foi um talento desperdiçado pelo programa. Concordo que ele tinha certos exageros que precisariam ser lapidados por uma boa direção. Mas é só lembrar que foi em 2004 que o "exagero em forma de gente" fez sucesso no PRG que teremos que concordar que, comparativamente, o Russo até que era discreto...

Cristiane Mendes era uma cantora que, na TV, parecia um docinho de pessoa. Durante várias semanas ela cantou e sempre algum jurado a aconselhava a melhorar sua técnica respiratória e ela parecia ignorar isso. Mais tarde descobrimos o motivo. Quando ela passou a responder aos comentários sobre suas performances no Fórum, mostrou-se uma pessoa que não aceitava críticas. Isso surpreendeu as pessoas na época, pois nunca um calouro tinha contra-atacado daquela forma. Mas naquele mesmo ano outro calouro iria chegar até a chamar de "lixo" um dos membros do Fórum devido às suas críticas. No fundo, Cristiane também era discreta...

Já falei de Fabiano Luis. Nunca achei que ele era aquilo tudo que os jurados e o Raul falavam dele. Acho que ele se beneficiou do draminha que fez na sua primeira apresentação, chorando e dizendo que tinha vindo lá do Acre, etc. Depois de algum tempo, perdeu a graça e foi eliminado.

Também já falei de Fat. Nessa apresentação ocorreu algo que é MUITO comum no PRG, mas as pessoas têm memória curta e não lembram. Um jurado usa uma desculpa para perseguir um calouro e depois esquece da desculpa dada.
Após a apresentação, Marli diz a ela que a música "Sá Marina" só ficava bem na voz de Simonal e de mais ninguém. Ela, com certeza, não conhecia a versão de Ivete Sangalo (cujo playback foi utilizado). Por mais que eu goste de Simonal, não entendo por que essa música só ficaria bem na voz dele. Resultado: 2 anos depois, um Jovem Talento cantou a mesmíssima música, com o mesmíssimo playback e Marli disse algo? Não...

 



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 08h23
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American Idol - Eliminação

ELIMINAÇÃO

Ficamos sabendo quem serão os mentores dessa temporada e teremos muita coisa legal pela frente, pois vai de Andrew Lloyd-Weber a Mariah Carey.

Na apresentação conjunta tava tudo indo muito bem até o Jason e o David Cook tentarem cantar juntos e não conseguirem fazer uma harmonia decente. Aí Chikezie ainda desafina. As mulheres foram bem melhor nessa apresentação conjunta. Só achei as marcações de palco muito forçadas: anda pra cá, agora pra lá, volta e forma fila...

Ryan começou a anunciar os 3 menos votados. Carly Smithson foi a primeira a ficar no Bottom 3. A segunda e já habitué nos menos votados: Kristi Lee Cook.
Por último, Amanda foi para o grupo das menos votadas.

Logo em seguida, Ryan liberou Carly para se juntar aos mais votados.

E, por fim, Ryan anunciou que Amanda Overmyer havia sido a menos votada e eliminada da semana.

Embora eu nunca tenha morrido de amores pela Amanda, só posso concluir que o concurso se tornou um concurso de popularidade e não de performance. Se continuar assim, Thaeme Mariotto vai ganhar lá também...



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h52
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Mudando de canal

Para quem ainda achava que as crianças e jovens não eram explorados no PRG, aqui vai um artigo que saiu na Revista Veja dessa semana:

Menina maluquinha

Maisa Silva, 5 anos, fala o que lhe dá na telha
no SBT. E faz o ibope do Sábado Animado aumentar

Recentemente, a apresentadora Maisa Silva fez uma confidência em seu programa no SBT. "Eu mamo na mamadeira, vou admitir. Não tenho vergonha de dizer que tomo tetê", declarou. O rasgo de sinceridade diz tudo sobre a artista – Maisa é uma garota de 5 anos. E também sobre seu estilo. Há quatro meses, ela é âncora do Sábado Animado, na rede de Silvio Santos. Maisa levantou o ibope do programa matinal, que atinge até 9 pontos de média. Também virou sucesso na internet – seus vídeos foram vistos mais de 1 milhão de vezes no YouTube. O que a torna especial? Bem, a garota é afiada. E, como qualquer criança de sua idade, fala tudo que lhe dá na telha.

"Aos 2 anos, Maisa já insistia nessa história de virar artista", diz a mãe, Gislaine Silva Andrade, dona-de-casa do interior de São Paulo (o pai, Celso Andrade, é técnico de telefonia). Em seu terceiro aniversário, a menina deu um ultimato: pediu de presente a chance de ser caloura de Raul Gil. Com dublagens e covers do grupo Rouge e de Ivete Sangalo, em pouco tempo se tornou um dos trunfos do programa. Dois anos mais tarde, Silvio Santos impressionou-se com a minicantora ao zapear pela TV. E assim se abriu caminho para sua transferência para o SBT. O empresário incumbiu a filha Silvia Abravanel de dirigir Maisa no Sábado Animado. A interação da dupla é incrível. "A gente se entende pelo olhar. É transmissão mesmo", diz a diretora. Mas Silvia fala se necessário – por exemplo, quando Maisa esquece as regras do jogo que tem de explicar aos espectadores.

Maisa gaba-se de ser uma "apresentadora de primeira classe" (está no 1º ano na escola). "Meus pais não esperavam que eu fosse virar celebridade", conta. A garota idolatra Hannah Montana, heroína da série do Disney Channel. Mas tem noção da distância que a separa da estrela infantil americana. "Lá, a coisa é em dólar, meu bem", diz. Maisa e seus pais até que não podem reclamar. Ela ganhava 1 500 reais por mês de Raul Gil. No SBT, embolsa em torno de 20.000 reais entre salário e merchandising.

Só para aqueles que acharam R$1.500,00 um bom salário (ou "melhor que nada"): Para aparecer na TV isso é MUUITO pouco. Ainda mais para praticamente ser co-apresentadora e assistente de palco. Basta dizer que o cãozinho da Ana Hickman recebe por mês R$5 mil para aparecer junto dela no programa.

Fonte e artigo completo:

http://veja.abril.com.br/260308/p_133.shtml



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 20h15
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Beckman in Sampa

Marcello Beckman em São Paulo!

O cantor Marcello Beckman comemora seus 23 anos com seu show Acústico em Sampa! A banda, composta pela baixista Mariana Beckman, pelo violonista solo Thiago Zaidan, pelo percussionista Adriano Ramos e pelo violonista base Vitor, acompanhará o jovem cantor em um repertório que mistura música brasileira da melhor qualidade com as influências da black music americana da voz de Beckman. Esse show ainda promete muitas participações especiais! Não perca tempo e reserve já a sua mesa!

Circuito's Bar
Rua 13 de Maio, 825
Bela Vista
São Paulo-SP
Tel p/ reservas: (11) 8123-6689 (reservas com Vilma Alvarenga)
Web: www.circuitosbar.com.br



Categoria: Eventos
Escrito por Mau_Mau às 16h44
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American Idol - Top 11

TOP 11

Essa semana mantiveram o mesmo tema: Lennon e McCartney.

Amanda Overmeyer - Back in the USSR - Tenho que admitir que ela sabe estabelecer um estilo, ficar dentro dele e ser reconhecida por isso. Não acredito que ela ganhe, mas ela já deu seu recado e mostrou ao que veio.
Kristy Lee Cook - You've Got to Hide Your Love Away - Nossa, que desafinadas que ela deu. Essa menina já está durando muito. Já deveria ter saído na semana passada, mas nessa ela foi ainda pior.
David Archuleta - The Long And Winding Road - Depois do fiasco da semana passada, ele tinha algo a provar. Pegou uma música belíssima e fez pequenas mudanças, sem violentar o original. Deu umas semitonadas aqui e ali, mas nada absurdo. Deu a volta por cima com louvor.(alguém precisa avisar essas meninas histéricas que gritam por ele que ele é mórmon...)
Michael Johns - A Day in the Life - O que foi aquela tentativa de falsete? Não gostei muito da voz dele nessa música e achei a apresentação cansativa.
Brooke White - Here Comes The Sun - Quem está orientando esses cantores a sempre começar a música sentados na escada? Ela tem uma postura esquisita, meio torta de lado. Achei a interpretação inadequada, no meio da música ela deu um gritinho sem motivo. Foi uma apresentação para deixar Kristy tranquila. Achei estranho ela interromper os jurados enquanto eles estavam falando.
David Cook - Day Tripper - Veio tocando guitarra e até uma voice-box usou. Gostei bem mais dessa apresentação dele do que a da semana passada. Mas concordo com Simon: Ele meio que está se achando.
Carly Smithson - Blackbird - Meu Deus, quem escolheu essa roupa para ela? Parecia uma fantasia de roseira. Mostrou que pode cantar músicas suaves também. Só não gostei muito de um agudo, mas de resto foi muito bom.
Jason Castro - Michelle - Ele tem um estilo de cantor que fará sucesso mesmo não sendo muito afinado. Afinal, seu fã clube está interessado em outros atributos dele e não na sua afinação. Ele semitona com muita frequência e eu não compraria um CD dele. Mas é simpático...
Syesha Mercado - Yesterday - Nossa, adorei essa apresentação. Ela inovou na melodia, sem modificá-la demais. Até agora uma das melhores apresentações da temporada!!!
Chikezie Eze - I've Just See a Face - Fez uma versão country dessa música e, por incrível que pareça, caiu muito bem. Só não devia ter se metido a tocar gaita, que foi um desastre.
Ramiele Malubay - I Should Have Know Better - Entrou na música totalmente fora do tom e ficou escorregando por boa parte dela. Estava irreconhecível

Bem, eu achava que essa semana sairia a Kristy, mas depois do horror que foram as apresentações de Brooke e Ramiele, acho que uma delas pode ser ela a eliminada.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h51
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Ídolos... na Record

Começam as inscrições para o reality show Ídolos na Record

Começaram ontem as inscrições para o reality show Ídolos, da Record, que pretende lançar um novo talento musical. A atração será apresentada pelo ator e cantor Rodrigo Faro.

Os interessados poderão se inscrever pela Internet no site oficial da atração. As seletivas serão iniciadas em maio, e acontecerão em quatro cidades: Porto Alegre, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.

O programa Ídolos é uma versão do reality show americano American Idol, e já foi exibido pelo SBT. A atração deverá estrear em 19 de agosto.

Fonte:

http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI2708365-EI1118,00.html



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h26
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Cadê o Rock??

Bem, para quem sentiu falta da postagem dessa semana sobre Rock Progressivo, estou avisando que, devido ao feriadão, não foi possível postar esse fim de semana. Não sei se ainda posto antes de quarta ou se deixo para semana que vem.

Ah, e antes que me perguntem se eu assisti ao primeiro programa do HSM, aviso que, graças à belíssima divulgação do SBT, eu não sabia de nada, não deixei gravando e estava na estrada quando passou...



Escrito por Mau_Mau às 19h41
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American Elimination

Logo de cara ficamos sabendo que ferraram o Archuleta. Eles mudaram o tema da semana que vem e vão continuar com o tema dessa: Lennon e McCartney...

Ryan começou chamando os 3 menos votados: Seysha, Kristi e antes de chamar o terceiro, tivemos Katherine McPhee cantando com David Foster ao piano. Ele a está produzindo!! Para quem não o conhece, vou dizer somente dois nomes: Celine Dion e Josh Groban...

Achei bastante inteligente colocar os 3 menos votados para cantar, antes de dar a noticia ruim. Isso evita aquela coisa horrível do cantor chorando e desafinando.

O terceiro a fazer parte dos menos votados foi David Hernandez.

Em seguida, Ryan mandou Seysha sentar, ficando somente Kristi e David para definir quem sai. Finalmente ficamos sabendo que o eliminado foi David Hernandez. Essa semana começaram a eliminar somente um candidato, independente do sexo.

Sinceramente não gostei da eliminação (mesmo tendo acertado quem sairia). Existiriam pelo menos 3 candidatos que eu acho inferiores ao David Hernandez...



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h05
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American Idol

TOP 12

Hoje inauguraram o novo palco para o programa, com a banda em um andar superior (muito parecido com o palco do show do Luis Fonsi em Puerto Rico). Os jurados ficam agora de frente para o palco com o público atrás deles (como era antigamente).

Tema da semana: Lennon e McCartney

Syesha Mercado - Got To Get You Into My Life - Mudou o visual para melhor. Acho que o tom estava baixo para ela (ou a banda estava com volume muito alto). Nas partes baixas quase não se ouvia a voz dela. Mas foi uma apresentação interessante e energética.
Chikezie Eze - She's a Woman - Começou com uma versão bluegrass dessa música. Até banjo e rabeca teve. Depois passou para uma versão rock mesmo. De todos os candidatos, ele é mais mal vestido de todos. Foi uma apresentação surpreendentemente boa. Eu não esperava isso dele.
Ramiele Malubay - In My Life - Já estava na hora dela mostrar mais suavidade no canto, pois estava muito "belting" pra uma cantora que pretendia ser pop. Ela não é muito boa para fazer melismas e a apresentação acabou ficando meio morna. Concordo que foi tedioso.
Jason Castro - If I Fell - Eita vozinha fraca. Ainda não entendo a presença dele no Top 12.
Carly Smithson - Come Together - Conseguiu agradar a platéia com uma versão um pouco diferente dessa música. Que estranho. O marido dela não era careca e todo tatuado? Agora aparece um outro e eles dizem que é o marido dela?
David Cook - Eleanor Rigby - Como ele conseguiu transformar essa música numa coisa tão chata? Parecia que estava cantando a lista telefônica em algumas partes. Pra tudo terminar num berro. Os jurados adoraram. Eu não.
Brooke White - Let it be - Nossa, ela transforma tudo em country. Senti como se Dolly Parton estivesse cantando essa música. Foi bem afinada, não escorregou, mas sinceramente, eu não gosto dela.
David Hernandes - I Saw Her Standig There - No início ele parecia tenso, mas foi se soltando da metade para o final. Até demais. Vocalmente foi muito bem, mas a interpretação "wevertoniana" fez com que eu nem reconhecesse a música!!
Amanda Overmeyer - You Can't Do That - Eu até acho que ela é boa naquilo que se propõe, mas acho que está no concurso errado. Devia ter participado do Rockstar Supernova. Não sei o público do American Idol está preparado para uma cantora de rock tão pesado assim. Nem Daughtry conseguiu ganhar...
Michael Johns - Across The Universe - Deu umas escorregadas até que feias na afinação, mas hoje, pelo menos, me convenceu como cantor de rock. De baladas, mas pelo menos convenceu.
Kristy Lee Cook - Eight Days a Week - Essa musiquinha nervosa ao fundo ficou estranha. Eita, não estou gostando dessa apresentação não!! Na verdade, detestei.
David Archuleta - We Can Work it Out - Na entrevista ele deixou escapar uma certa falta de cultura musical. Isso explica porque um menino estava cantando "And I'm telling you I'm not going" pra Kelly Clarkson naquele video. Uma música totalmente inadequada para um homem cantar, ainda mais um menino. Acho que foi sua apresentação mais fraca até hoje. Meu Deus, Simon acaba de dizer a mesma coisa!!

Acho que essa semana saem Kristy e David Hernandes (ou talvez Michael Johns).



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h28
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Até quando?

Por um Tibet livre e independente.



Categoria: Pensamentos
Escrito por Mau_Mau às 14h09
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Prog Rock V

Pensei bastante sobre como eu queria que essa série fosse escrita. Eu poderia ir pegando as bandas de Prog e ir comentando cada uma delas, como a imensa maioria dos autores faz, mas isso não me agrada por alguns motivos.

Como eu pretendo ir incluindo exemplos musicais em cada postagem, se eu for falar, por exemplo, da banda X. Vou postar trabalhos de todas as épocas, do início até os mais recentes. Quando eu chegar numa outra banda, os leitores irão ouvir e dizer "Ah, isso lembra a banda X". Mas quem garante que o que você está ouvindo não foi composto ANTES do que você ouviu da banda X?

Por isso, optei por um modo que não achei em nenhum outro lugar: vou comentar ano a ano, como se nós estivéssemos lá, na época dos lançamentos. Assim, quando alguma banda inovar em algo, saberemos quem e quando foi isso.

Então vamos por partes e por anos. Vou tentar criar uma linha do tempo do Rock Progressivo. A postagem anterior representaria o ano de 1967. Então vamos para 1968. O que ocorreu nesse ano?

1968
Bem, pra começar, em 1968 várias bandas que se tornariam importantíssimas no cenário progressivo foram criadas, dentre elas: Caravan, Henry Cow, O Terço (no Brasil), Yes e Rush. Parece que as inovações dos anos anteriores foram um fermento para o surgimento dessas bandas. Algumas ainda teriam que amadurecer para merecerem o título de banda de Rock Progressivo, mas já estavam no caminho.

Nesse ano também ocorreu algo que seria importante para o Prog. Syd Barrett deixa o Pink Floyd devido a danos mentais causados pelo uso excessivo de drogas alucinógenas. Para se ter uma idéia, numa de suas ultimas apresentações ao vivo ele passou o show inteiro tocando um único acorde...

Essa saída mudaria o estilo do grupo de Psicodélico para Progressivo, o que foi péssimo para Barret, mas ótimo para o Rock Progressivo.

Nesse ano, de importante para o que estamos comentando tivemos o lançamento dos seguintes álbuns:

Caravan - Caravan
Não se trata do lançamento do carro (acho que o primeiro station wagon lançado no Brasil), mas de uma banda de rock. Ela foi criada a partir de uma outra banda, de 1964, com o nome de Wilde Flowers, da qual sairam integrantes tanto para Caravan quanto para Soft Machine. Seu estilo não é do Prog propriamente dito, mas daquilo que se convencionou chamar de "Canterbury Sound", que é mais um Jazz-Rock ou Jazz Fusion, portanto não falarei muito desse estilo, embora inclua alguns exemplos musicais para vocês sentirem a diferença.
Eu confesso que não gosto muito das partes vocais desse estilo musical, embora goste das partes instrumentais. O hábito de improvisação do Jazz foi absorvido por esse subgrupo de Prog e, mais tarde, passou a fazer parte de muitos trabalhos de Rock Progressivo.
Desse álbum, minhas únicas favoritas são "Policeman" e "Magic Man".

Family - Music In A Doll's House
Álbum de estréia desse grupo de Rock Progressivo inglês. Seu estilo é um misto de psicodélico e progressivo com arranjos bem complexos. É um álbum bastante agradável, sem aquela coisa exagerada do psicodelismo. Recomendo para aqueles que querem ver como o rock psicodélico se transformou no progressivo.
Detectei uma coisa interessante nesse álbum. É o primeiro álbum de rock onde ouvi o vibrato tipicamente rocker (embora nesse caso, um pouco irritante) que dominaria os vocalistas nas décadas seguintes. Seria essa mais uma contribuição desse álbum para o Rock como um todo?
Nesse disco existe um trechinho do hino inglês "God save the King/Queen". Alguns anos mais tarde, a banda Queen faria uma versão rocker completa do hino. Melhor música na minha opinião: "From Past Archives".
Sobre esse álbum, uma curiosidade: os Beatles pretendiam lançar um álbum chamado Doll's House em 1968. Com o lançamento do primeiro disco do Family, eles decidiram lançar seu álbum somente com o nome "The Beatles" e que veio a ser conhecido como "Álbum branco".

Frank Zappa & the Mothers of Invention - We're Only In It For The Money
O que ele está fazendo aqui? Na verdade, Frank Zappa nunca pôde ser considerado Rock Progressivo, mas um tipo de Jazz-Rock (embora alguns englobem esse último no Prog). Porém seu trabalho influenciava diretamente os artistas de Rock Progressivo, então merece ser citado.

 

 

Jethro Tull - This Was
Primeiro álbum do grupo. Ainda não falei dele. É o primeiro dos 7 grupos mais importantes do Prog inglês (juntamente com ELP, Yes, Genesis, King Crimson, Gentle Giant e Pink Floyd) a lançar um álbum progressivo. O lider, Ian Anderson, além de ter um ego enorme e ser extremamente ditatorial, era flautista. Com isso, os solos de flauta foram introduzidos no Prog. Solo de flauta em rock?? Ouça e entenderá como é possível.
Na verdade, o Jethro Tull levou algum tempo para se definir completamente como Rock Progressivo. Seus primeiros trabalhos podem ser considerados mais um tipo de Jazz-Blues com alguns toques progressivos. De forma que não irei comentar muito sobre esse álbum.

Moody Blues - In Search of the Lost Chord
Infelizmente, o grupo não conseguiu superar a qualidade de "Days of Future Passed". Também, o que estamos querendo? Já haviam feito o mais influente álbum do estilo Prog. Já podiam até se aposentar. Desse álbum, só gosto de "House of Four Doors" e "Om".

 

 

Os Mutantes - Os Mutantes
Nesse ano, o grupo de rock brasileiro, ainda com Rita Lee e Arnaldo Batista, lançaria seu primeiro LP. Seu estilo mistura elementos de praticamente tudo, do psicodelismo ao progressivo, passando por Jazz, MPB e tropicalismo para criar um som nada ortodoxo, com letras inspiradas pela fantasia, literatura e história. Nessa época ainda não se pode chamá-lo de Prog, mas em 1974 lançarão um álbum nesse estilo.

 

 

Pärson Sound - Pärson Sound
Grupo sueco, experimentalista, que misturou toques de Jazz, Rock e música minimalista (baseada na repetição e criada por Terry Riley). Seu estilo está longe de ser Prog puro, estando mais para psicodélico/underground (!!). Sua música, embora muito estranha na época, teve um caráter revolucionário e influenciou outros grupos.
Mais tarde, mudariam o nome do grupo para International Harvester e teriam mais sucesso.

 

 

Pink Floyd - A Saucerful of Secrets
Nesse ano, ainda sob a influência de Syd Barret, eles se mantiveram firmes no Rock Psicodélico. Não tenho paciência pra psicodelismo. Sempre sinto que estou perdendo algo por estar com todas as minhas faculdades mentais intactas. Esse é um exemplo de banda que passou por várias fases, com mudanças de estilo e de nível de qualidade.

 

 

Pretty Things - S.F. Sorrow
Banda inglesa, criada em 1965, que, com uma nova abordagem do R&B, veio a influenciar grandes nomes como os Rolling Stones e David Bowie. Nesse álbum, eles mudariam do estilo inicial para o psicodelismo. Esse álbum é uma das primeiras ópera-rock escritas (precedendo "Tommy", que é de 69).
O álbum é bem psicodélico, mas sem aquela coisa "fora do ar" que alguns grupos têm.

 

 

Procol Harum - Shine On Brightly
Esse álbum, segue o mesmo estilo do anterior. Alterna músicas tendendo a um Rock Progressivo e outras tendendo a um R&B ou coisa que o valha. Só vou falar das faixas que poderiam ser consideradas como Prog.
A faixa título, assim como "Skip Softly", "Rambling On", "In Held 'Twas In I", "In the Wee Small Hours of Sixpence" podem ser chamadas claramente de progressivas. "Quite Rightly So" é ótima, embora enverede para um estilo R&B.
"In Held 'Twas In I" repete uma característica inaugurada por Moody Blues, com poemas declamados no meio da música. Também tem um trecho que claramente inspirou Rick Wakeman em "Ana Bolena". Também nesse álbum eles incluiram uma versão para o italiano de "Shine On Brightly" com o nome de "Il tuo diamante". Não sei se essa inclusão foi posterior ou se já existia quando do lançamento. Se já existia, talvez por influência dessa música o Prog se difundiu tanto na Italia.
Não entendo muito a má vontade de Jefferson Araújo Pereira com o Procol Harum. Achei esse disco muito melhor que o anterior (que só vale mesmo por "A Whiter Shade of Pale"). Tem muito mais jeito de progressivo, além de ser agradável.
A verdade é que o Procol Harum nunca conseguiu reeditar o imenso sucesso do seu primeiro single. Apesar disso, o asteróide 14024 Procol Harum tem esse nome em homenagem à banda, cujo nome foi escolhido por seu empresário, inspirado no nome do gato de um amigo seu. Traduzido do latim, significa algo como "Através dessas coisas".

Soft Machine - Volume One
Já falei o que é Canterbury Sound e este é a principal banda que integra esse grupo. Eles podem ser muito bons naquilo que se propõem, mas eu não aprecio muito esse estilo. Muito Jazz e pouco Rock pro meu gosto...

 

 

 

The Nice - Ars Longa Vita Brevis
Logo no segundo álbum do The Nice, eles conseguiram se superar. Keith Emerson continua arrasando nos teclados. O álbum mistura humor com seriedade. A primeira faixa se chama "Papai, de onde eu vim?". Estamos em 1968. Naquela época, essa pergunta era o terror dos pais. Nenhum deles queria ter que falar dos "fatos da vida" com os filhos (então eles tinham que aprender no lugar certo: no pátio da escola, com colegas mais ignorantes que eles).
Seguindo um estilo, inaugurado pelo Moody Blues, eles incluíram uma composição em um Prelúdio e 4 movimentos, tais como nas composições eruditas. Isso se tornaria comum nos álbuns de Prog posteriores.
Inclusive o segundo movimento é uma música baseada no Concerto de Brandenburgo Nº 3 de Bach. Não se trata de somente tocar uma composição erudita com uma banda de rock, mas sim reinventar totalmente a composição original, arranjando a mesma melodia para outro estilo musical. Isso só foi possível porque os compositores de Prog eram excelentes músicos, com formação clássica. Caso contrário, o que teríamos seria um arranjozinho sem vergonha em cima de uma melodia erudita, o que seria uma heresia. Nesse álbum também temos uma versão da suite Karelia de Jean Sibelius, que, junto com essa sinfonia em movimentos, é uma das minhas favoritas.

United States of America - United States of America
Não é o país propriamente dito, mas uma banda norte-americana com esse nome. Trata-se de um grupo de rock psicodélico até que bom. Mas, apesar de um relativo sucesso, a banda se desfez pouco depois do lançamento do seu primeiro álbum.

 

 

Mais alguns sites sobre Prog:
http://www.gepr.net/geprfram.htm

http://www.progweed.net

http://www.proggnosis.com/Main.asp

Agora ouça os exemplos musicais e tente reconhecer o que é rock psicodélico e progressivo. Espero que estejam gostando. Até a próxima postagem.


 



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 15h15
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Ídolos aqui, Ídolos ali, Ídolos lá

Record começa a escolher jurados de "Ídolos"

Ricardo Feltrin
Colunista do UOL News


Começa hoje à tarde a seleção de jurados que integrarão o "tribunal" do programa "Ídolos" (esse também será o nome na Record). A estréia prevista é no segundo semestre. Trata-se do mesmíssimo formato apresentado no SBT nos últimos dois anos. A Record tirou de Silvio Santos os direitos do formato da empresa Freemantlemedia.

Pelo menos dez cantores e produtores farão teste.

Rita Lee, Lobão, Paula Toller, Fernanda Abreu, os produtores Alexandre Schiavo, Hamilton Carlos Camargo e outros deverão fazer o chamado "teste de câmera". Muitas pessoas são ótimas em teoria, mas não caem bem no vídeo. O objetivo da Record é formar um júri polêmico e linguarudo, que atraia audiência.

Ocorre que, nos tempos de SBT, enquanto o programa mostrava a fase de seleção, com críticas e elogios dos jurados aos candidatos, a audiência de "Ídolos" era bem OK: chegou a dar mais de 10 pontos de média, com picos de 16.

Quando o programa passava para a fase final, o ibope despencava. Isso porque, como no mundo todo, o telespectador quer ver o circo pegar fogo, com as lambadas que os jurados dão nas pobres vítimas. Depois, a fase final virava uma guerrinha de fãs clubes dos cantores.

Na verdade, "Ídolos" é a evolução em vídeo dos antiquíssimos programas de calouros no rádio, atração comum na primeira metade do século passado. Mesmo a TV tem a fórmula há décadas, com os "calouros" de Silvio Santos, Raul Gil (no passado Chacrinha, Bolinha, Carlos Aguiar, etc etc e tal).

O SBT também terá um programa semelhante, com inscrições em todo o Brasil.

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/uolnews/celebridades/ooops/2008/03/14/ult2548u484.jhtm



Escrito por Mau_Mau às 18h40
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Classic Rock

  Hoje farei algo bem diferente do que habitualmente faço. No ano de 1977 foi lançado um LP que eu comprei e se tornou um dos meus favoritos daquela época até chegar a era dos CDs e eu deixar de ter um toca-discos.

  O LP chamava-se Classic Rock e tinha músicas famosas do Rock, de diversos estilos, em versões orquestrais e sendo executadas pela London Symphony Orchestra.

  Acho que todos que apreciam Rock, assim como todos que apreciam música erudita irão gostar desse disco.

Eram dez músicas ao todo, embora eu sentisse como se o disco fosse "curto":

1 - Sailing
2 - Paint it Black
(minha favorita)
3 - Life on Mars
4 - Whole Lotta Love
5 - A Whiter Shade of Pale
6 - Lucy in the Sky with Diamonds
7 - I'm not in Love
8 - Bohemian Rhapsody
9 - Without You
10 - Nights in White Satin

Achei que seria legal disponibilizar esse LP, que converti para CD, já que ele não existe em CD para comprar. Como temos algumas músicas que têm relação com o Rock Progressivo, vai ser bastante oportuno.

http://www.4shared.com/file/51221953/db768cdb/Classic_Rock.html

Se der erro no link, continue insistindo. Não sei o que ocorre com o 4shared, mas dá uns erros sem motivo...



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 19h56
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American Idol - Eliminação

Estou postando a medida que vou assistindo o programa. Com essa eliminação atingimos o Top 12. Imagino que, a partir da semana que vem, homens e mulheres cantarão juntos e competindo entre si.

A primeira a ser eliminada foi Kady Maloy (acertei uma).

O segundo foi... Luke Menard!! Eu devia ter jogado na Bolsa de apostas de Londres!

Já vi que acertei a segunda mulher, pois ficaram por último Asia'h e Kristy e ambas estavam nas minhas possíveis desclassificadas. Ryan fez um suspensinho pedindo o 57º intervalo comercial. Mas a terceira pessoa a sair foi Asia'h Epperson.

E o quarto e último foi Danny Noriega! Bingo!! Estou ficando bom nisso...

Agora quero fazer um comentário. Todos sabem que eu sou fã do Simon e acho que ele fala o que um cantor precisa ouvir, embora não queira (já conheci cantores demais para saber que o ego deles geralmente excede o talento).
Mas vejam que os cantores que sairam foram TODOS criticados por Simon e, na sua maioria, elogiados por Randy e Paula. Portanto, quem é que está sabendo avaliar corretamente as apresentações?? Quem?



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 19h51
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Charles Henrique

CHARLLES HENRIQUE LANÇA NOVO CD

Charlles Henrique lançou novo CD "Na Balada", já disponível para compra inclusive pela internet. Veja o show de lançamento:



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 09h43
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American Idol

FEMININO - TOP16

Tema: Anos 80

Asia'h Epperson - I Wanna Dance With Somebody - Onde esse povo achou essas músicas nos anos 80? Eu estava lá e nunca ouvi essa música!! Não gostei muito da voz dela hoje, meio anasalada e estridente.
Kady Maloy - Who wants to live forever - Meu Deus, que agudos desafinados. Fred Mercury não merecia isso. Não gostei nem um pouco.
Amanda Overmeyer - I Hate Myself for Lovin’ You - Embora eu não goste muito da voz dela, pelo menos temos que admitir que ela tem uma boa presença de palco.
Carly Smithson - I Drove All Night - Nossa! Essa música já tem mais de 20 anos? Como o tempo passa... Gostei da mudança de estilo dela, embora tenha dado uma deslizada num agudo no meio da música.
Kristy Lee Cook - Faithfully - Mas vai cantar tudo como country? Desafinou nuns agudos. Essas cantoras insistem em começar num tom já alto e depois não aguentam o tranco.
Ramiele Malubay - Against All Odds - Ela é ótima!! Será que o Idolo Americano desse ano será uma filipina?? Não acredito que o público americano esteja tão evoluido para deixar uma não americana, ou pelo menos não anglo-saxã ganhar...
Brooke White - Love Is a Battlefield - Essa semana foi bem melhor que na passada, embora ainda com escorregadas na afinação.
Seyesha Mercado - Saving All My Love For You - Hoje ela tá o clone da Luciana Melo!! Muito boa apresentação.

Vou arriscar quem sai: Kady Maloy e uma dessas três: Asia'h, Amanda ou Kristy.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 20h58
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American Idol

MASCULINO - TOP16

Tema : Anos 80
- Luke Menard - Wake Me Up Before You Go Go - Manteve o mesmo estilo dançante da semana passada. Escolheu uma música com pouca dificuldade. Como pode querer ganhar com esse tipo de música?
- David Archuleta - Another Day in Paradise - Mostrando suas habilidades no piano e, vocalmente, mostrou que consegue atingir agudos que até agora não havia atingido. Esse menino deve ter chulé...
- Danny Noriega - Tainted Love - Eita, incorporou o Weverton hoje. Parecia mais um show de drag!! Aí que está o que tenho dito. Será que a America está pronta para um Ídolo dando pinta desse jeito?
- David Hernandez - It's All Coming Back to Me Now - Esse rapaz está comendo pelas beiradas. Eu nem reparava nele no início, mas agora tenho que admitir que ele está se superando a cada semana.
- Michael Johns - Don't You (Forget About Me) - O grande problema dele como pretenso cantor de rock é a falta de uma voz tipicamente rocker. Nem o vibrato rocker ele tem...
- David Cook - Hello - Deu uma outra roupagem para essa música de Lionel Ritchie (mais conhecido como pai de Nicole). Como rocker, acho-o mais convincente que o Michael.
- Jason Castro - Hallelujah - Ele canta direitinho, mas o acho tão sem sal. Não consigo imaginar um estádio cheio pra assisti-lo cantar.
- Chikezie Eze - All the Woman I Need - Cantou bem, mas achei meio sem graça.

Essa semana vou arriscar quem sai: Luke Menard e Danny Noriega.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 20h55
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Prog Rock IV

Bem, agora que já falei da pré-história do Prog Rock, que tal falarmos da história propriamente dita? O comecinho do Prog. Aí vocês pensam: "Ah, que chato!!". Acreditem. Vai ser mais gostoso do que aparenta. Vocês irão conhecer músicas muito boas logo de cara.

O Rock Progressivo ganhou seu momento quando os fãs de rock estavam em desilusão com o movimento hippie, movendo-se da música popular sorridente da década de 1960 para temas mais complexos e obscuros, motivando a reflexão.
Como já vimos, o movimento foi iniciado por músicos, na sua maioria de formação universitária e procedentes de conservatórios, junto com alguns seguidores do psicodelismo. Ao Rock foram acrescentados elementos de música Erudita, Jazz e Folk.


Moody Blues foi um grupo formado em 1965, mas seu primeiro disco não tem nada a ver com o que comentamos aqui, então será devidamente ignorado. Em 1967, com sua formação alterada, o grupo lançou "Days of Future Passed", o disco mais influente de toda a história do Rock Progressivo. Por isso, quem quiser aprender a sério sobre Prog, precisa ouvir esse disco inteiro. O disco é absurdamente inesperado. Lança uma característica que seria recorrente nos discos de Prog, que é a forma de suite. Ou seja, todas as músicas são encadeadas dentro de um assunto, inclusive com temas que se repetem de uma música para outra. A primeira faixa, você ouve e diz "Ih, me deram um disco errado", pois parece um disco erudito ou no máximo, uma trilha de filme, com uma orquestra sinfônica inteira (novidade absoluta na época) executando essa faixa. Só na segunda faixa é que entra a banda de rock. Outra característica que foi utilizada por outras bandas de Prog é a inclusão de um trecho declamado de um poema. Por último, mas não menos importante, foi o uso pela primeira vez do mellotron (um antepassado dos sintetizadores).

Esse disco tem aquela que, juntamente com A Whiter Shade of Pale, seriam duas das mais belas músicas desse período e de todo o Rock: Nights in White Satin. Ouçam essas duas e já saberão de onde tantos compositores retiraram sua inspiração.
Mais 3 LPs de 1967 são apontados como pioneiros do Rock Progressivo:


- Procol Harum do Procol Harum


- The Thoughts of Emerlist Davejack do The Nice


- The Piper at the Gates of Dawn do Pink Floyd

Jefferson Araújo Pereira discorda da inclusão do primeiro e do último LP nessa lista. Considera Procol Harum um tipo de soul inglês com piano e órgão Hammond (que foi amplamente utilizado no Prog). Eu até concordo com ele, excetuando a primeira faixa "A Whiter Shade of Pale" e a última ("Repent Walpurgis") que têm MUITA coisa de Prog, não só o fato da primeira ser baseada na Aria em Sol bemol de J.S. Bach (e não na Tocata e Fuga.em Ré Menor, como Jefferson diz no seu livro, essa aparece em Rondo do The Nice) e a segunda na Ave Maria de Bach/Gounod, mas no próprio "som progressivo" que se ouve nessas duas faixas. Quem ouve nota a semelhança com alguns autores posteriores de Prog. Já "The Piper...", ele considera um LP 100% psicodélico. Eu ouvi o álbum todo e concordo. Cheguei até a alucinar...kkkk Tem uma música que parece trilha do Batman (a série de TV, não o filme). Talvez "Interestellar Overdrive" poderia ser considerado progressivo, mas só essa.

Mas vamos falar do The Nice. O nome é realmente adequado, pois quem ouve "Rondo" já detecta tudo que o Prog mais tarde iria desenvolver. Nela, o tecladista Keith Emerson (mais tarde fundaria o Emerson, Lake and Palmer), inaugurou mais uma característica do Prog: o virtuosísmo. Ele arrasa nos teclados em todas as faixas. Curioso é que Keith Emerson meio que se apropriou de Rondo, pois tenho um DVD de um show do ELP, no comecinho da carreira, em que eles tocam Rondo como se fosse algo do ELP e não do The Nice.

Se "Rondo" é a minha favorita instrumental, "Flower King of Flies" é a minha favorita vocal, talvez por já conhecê-la de um episódio dos Simpsons.

"Rondo" do The Nice e "The Afternoon" do Moody Blues inauguraram as faixas acima dos 4 minutos (ambas ultrapassam os 8 minutos). Achei tão importante conhecer essas músicas que estou disponibilizando para download, sem intenção de infringir eventuais direitos autorais, mas no sentido de divulgação.

http://www.4shared.com/file/40192583/eeeeec89/Procol_Harum_-_A_whiter_shade_of_pale_-_01_-_A_whiter_shade_of_pale.html

http://www.4shared.com/file/40193341/1064d97e/The_Moody_Blues_-_07_-_The_Night-_Nights_In_White_Satin.html

http://www.4shared.com/file/40193105/70e10c0d/04_-_Rondo.html

http://www.4shared.com/file/40192879/817b8a0b/The_Moody_Blues_-_05_-_The_Afternoon-_a__Forever_Afternoon__Tuesday__b___Evening__Time_To_Get_Away.html

Bem, foi esse o início de uma aventura musical que dura até hoje. Espero que estejam gostando.

Até a próxima postagem.

Fontes:
- "As Obras-Primas do Rock Progressivo" - Jefferson Araujo Pereira (único livro com "bonus track")
- "Enciclopédia do Rock Progressivo" - Leonardo Nahoum
- Várias fontes da internet com destaque para o ótimo blog dedicado ao Prog:

http://www.merlinusesamantha.blogspot.com/

Assim como esses ótimos sites:

http://www.rockprogressivo.com.br/

http://www.rocksymphony.com/

Agora ouçam os exemplos musicais:



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 17h53
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Erika Rodrigues

Emoções Que O tempo Não Apaga - Uma Crônica Musical

Erika Rodrigues continua em sua carreira de sucesso, num musical que está sendo apresentado no Teatro do Hotel Maksoud Plaza.

O espetáculo é uma história musical revivida em um formato teatral novo. Interpretações da música brasileira, intercaladas com momentos de memoráveis apresentações internacionais.

Ao vivo, os atores interpretam canções de Tom Jobim, Johny Alf, Vinícius de Morais, Edu Lobo, Caetano Veloso, Chico Buarque, Pixinguinha, Andrew L. Weber, Geraldo Vandré e outros nomes conhecidos da música brasileira e estrangeira. Há também momentos dos shows de Frank Sinatra, Elis Regina, Steve Ross, Julio Iglesias, com colagens de filmes clássicos do cinema e da televisão.

Ficha Técnica:
Elenco: Érika Rodrigues, Paula Mirhan e Rodrigo Miallaret
Idealização, Roteiro e Direção Geral: Henry Maksoud
Realização: Maksoud Plaza, Roverart Produções Artísticas Ltda



Categoria: Eventos
Escrito por Mau_Mau às 20h11
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American Idol - Eliminação

ELIMINAÇÃO

Tivemos uma apresentação conjunta, como sempre. Depois repeteco e começamos as eliminações. Quando deixaram só Jason e Danny, ele ficou visivelmente surpreso (o Danny), mas quem saiu foi:

Jason Yeager - Que parece ter levado numa boa.

Então foi a vez das moças. Repeteco e eliminação, restando Amanda e Alexandrea, sendo que essa última foi eliminada.

Alexandrea Lushington - Cantou um pouquinho pior que ontem.

A direção fez questão de ficar mostrano o David Archuleta chorando enquanto ela cantava. Ela, assim que terminou, foi até ele e o abraçou. Parece que eram mais próximos...

Na segunda leva, sobraram Kady e Alaina. Uma das duas iria sair. E foi:

Alaina Whitaker - Que desatou a chorar e disse que não iria conseguir cantar. Ryan deu uma enrolada nela, apontou pontos positivos e pediu para Paula falar dela (e é claro que falou bem). Isso não a acalmou muito e ela não estava querendo cantar. Então todas foram ajudá-la, ficando ao lado dela e até fazendo um backing.

Dessa vez foi a vez do Danny Noriega desatar a chorar. Sensíveis esses rapazes dessa edição não??

Ficou faltando um homem a ser eliminado. Sem muitas delongas, Ryan chamou Robbie e Luke ao centro do palco e o eliminado foi:

Robbie Carrico - Foi a vez de Simon ter a última palavra e jogar na cara dele o que sempre dizia e era recebido com ironias ou até agressividade pelo Robbie.

Agora a disputa ficou bem mais acirrada. Temos 16 finalistas e, tirando uns 3, o restante é muito bom mesmo.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 19h55
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American Idol

FEMININO

Carly - Crazy on You - Eu não entendo por que se insiste em dizer que uma cantora que alcança notas altas é uma "grande cantora", como se não se pudesse cantar bem numa região mais baixa da escala. Pra dizer a verdade, todas aquelas notas agudas me irritaram um pouco. Eu até gosto dela, mas acho que está usando a voz inadequadamente.
Seysha Mercado - Me and Mr.Jones - Que vibrato exagerado ela tem!! Ela tem uma ótima presença de palco, mas precisa melhorar a parte vocal.
Brooke White - You’re So Vain - Deu umas escorregadas feias na afinação. Além de que tem uma dicção ruim.
Ramiele Malubay - Don't Leave Me This Way - Bela representante da Era Disco. Ela é muito boa. Custa a crer que tanta voz sai de uma menina tão pequena.
Kristy Lee Cook - You're no Good  - Eita musiquinha chata! Essa semana ela foi bem melhor que na semana passada.
Amanda Overmyer - Carry On My Wayward Son - Nossa, o que houve com ela? Saiu do tom e não voltou mais. Um horror!
Alaina Whitaker - Hopelessly Devoted to You - Canção do musical Grease. Cantou exatamente como Olivia Newton-John sem inovar em nada. Desafinou nos agudos.
Alexandrea Lushington - If You Leave Me Now - Não cantou a melodia original, mas a versão atual que está tocando nas rádios. Que roupa horrível! Parece um rapaz skatista. Sua apresentação não me empolgou.
Kady Maloy - Magic Man - No começo sua voz estava muito baixa, mal se ouvindo.Desafinou bastante e depois gritou bastante. Não gostei.
Asia'h Epperson - All By Myself - Nossa! O que houve com o cabelo dela? Chapinha tem o poder!! Começou num tom muito baixo para ela, semitonando adoidado e, no primeiro agudo, sua voz simplesmente sumiu em "by", modulou para cima e desatou a gritar (desafinada). Ela definitivamente não foi feliz nessa música.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 20h50
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Mais uma farsa

Hoje me mostraram um desses slideshows melosos feitos em Powerpoint e que eu odeio tanto.

Ao som de "Amigos para Sempre", contava-se um estória muito edificante e bonitinha. Que José Carreras e Placido Domingo eram inimigos por serem de regiões diferentes da Espanha, que Carreras conseguiu se curar da leucemia somente devido a ajuda financeira de uma fundação que, depois veio a saber que tinha sido criada por Placido Domingo. Até uma cena na qual Carreras subiu ao palco e pediu desculpas de joelhos para Domingo havia nessa estória.

Logo de cara desconfiei da estória, pois sinto náuseas sempre que leio algo falso, geralmente extremamente meloso, aparentemente escrito para causar lágrimas nos incautos. Além disso, como amante da ópera, nunca havia sabido de NADA disso. Inclusive as datas não batiam, pois parecia que a leucemia de Carreras teria ocorrido depois dos concertos dos 3 tenores, e foi antes.

Então fiz o que TODO mundo deveria fazer sempre que recebe alguma dessas bobagens: uma pesquisa simples no Google e já achei esse site:

http://www.guida.com.br/noticias.htm

Com esse texto:

Dadas las informaciones publicadas en distintas páginas web referidas a la supuesta financiación por parte de la Fundación Hermosa y D. Plácido Domingo a D. José Carreras para su tratamiento contra la Leucemia, la Fundació Internacional José Carreras para la lucha contra la leucemia y D. José Carreras se ven obligados a desmentir todas estas informaciones, negando, en particular, que exista o haya existido vínculo alguno entre la pretendida Fundación Hermosa y D. José Carreras, el cual desconoce la existencia de esta última. En efecto, D. José Carreras no ha recibido, en ningún caso, ayuda económica o de cualquier otra índole por parte de la referida Fundación ni de D. Plácido Domingo así como de ningún tercero.
Asimismo, D. José Carreras tiene especial interés en desmentir que exista o haya existido enemistad alguna entre él y D. Plácido Domingo.A la luz de lo anterior, D. José Carreras ha iniciado las oportunas acciones legales en defensa de sus intereses y, en concreto, en defensa de su derecho al honor. D. José Carreras, tiene la firme intención de actuar legalmente contra cualquier persona física o jurídica que difunda informaciones no contrastadas e inciertas sobre su persona.

Para aqueles pouco familiarizados com o idioma de Cervantes, aqui vai a tradução:

Devido às informações publicadas em diferentes páginas da web citando um suposto financiamento por parte da Fundação Hermosa e Sr. Plácido Domingo ao Sr. José Carreras para seu tratamento contra a leucemia, a Fundação Internacional José Carreras para a luta contra a leucemia e o Sr. José Carreras se vêm obrigados a desmentir todas estas informações, negando, em particular, que exista ou tenha existido vínculo algum entre a pretensa Fundação Hermosa e Sr. José Carreras, o qual desconhece a existência dessa última. De fato, Sr. José Carreras não recebeu, em nenhum caso, ajuda econômica ou de qualquer outra espécie por parte da referida Fundação nem do Sr. Plácido Domingo assim como de nenhuma outra pessoa.

Ainda assim, o Sr. José Carreras tem especial interesse em desmentir que exista ou tenha existido alguma inimizade entre ele e o Sr. Plácido Domingo. Diante do exposto, Sr. José Carreras iniciou oportunas ações legais em defesa de seus interesses e, em concreto, em defesa de seu direito à honra. Sr. José Carreras  tem a firme intenção de atuar legalmente contra qualquer pessoa física ou jurídica que difunda informações distorcidas ou erradas sobre sua pessoa.

O mais triste de tudo é que, fazendo a tal pesquisa no Google, encontrei INÚMEROS blogs e até sites de jornalistas (que espécie de jornalista divulga uma estória que leu numa apresentação de PowerPoint enviada por e-mail?), com reproduções textuais da mesma ladainha e ainda apresentando como um "exemplo de superioridade" por parte de Plácido Domingo, etc. etc...

Pessoal, quem receber esse tipo de mensagem, por favor, responda a TODOS que receberam (esses imbecis que enviam esse tipo de coisa costumam não esconder os destinatários) desmentindo e dando o link acima, ou o texto, ou ambos. Como se já não fosse ruim você ter leucemia, ainda ter que ser humilhado com uma estória dessas é muita crueldade.



Categoria: Pensamentos
Escrito por Mau_Mau às 19h00
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American Idol

TOP 20 - MASCULINO

Tema dessa semana: Anos 70

- Michael Johns - You Can Go Your Own Way - Ele terminou semana passada e começa nessa. Ele pode nem ganhar, mas que é um cantor com uma carreira profissional garantida, ele é. Mesmo desafinando ele faz o show dele.
- Jason Castro -  I Just Want To Be Your Everything - Ah, eles estão invertendo a ordem da semana passada. Nada mais justo. Nossa! Fizeram uma edição que fez com que ele parecesse um burro que só quer saber de cantar. Hoje ele cantou melhor que na semana passada, embora tenha atravessado todas as vezes que teve que cantar com o backing.
- Luke Menard - Killer Queen - Eita, eu adoro essa música menos conhecida do Queen. Ela é MUITO dificil, exigindo um vocal range imenso. Ele até que foi bem, embora as comparações com Fred Mercury sejam inevitáveis. Nossa! Simon está dizendo exatamente isso.
- Robbie Carrico - Hot Blooded - Veio disposto a provar ao Simon que ele pode ser um cantor de rock sim. Acho que ficou mais difícil imaginá-lo como rocker a partir de hoje. A comparação com Chris Daughtry é natural e ele sai perdendo. Qual o mal de se ser um cantor pop? Ele começou a me irritar com as risadinhas dele com as críticas.

O que?? Esse bloco teve uma só apresentação?? E ainda temos que assistir às MESMAS propagandas que passam em TODOS os intervalos em TODAS as semanas? Acho que ano que vem EU vou acompanhar pela internet também...

- Danny Noriega - Superstar - Nossa, hoje é dia de músicas que adoro. Ele conseguiu cantar algo que foi cantada pela grande Karen Carpenter, sem que ficasse nem cover, nem ruim. Esse garoto canta MUITO. Simon chamou a atenção dele para aquela mania de drag de falar mexendo a cabeça que ele tem.

Ah, eles estão brincando!! Outro bloco só com uma apresentação?

- David Hernandez - Papa was a Rolling Stone - Ele tem uma voz meio estranha. O timbre parece diferente nas partes baixas e nas partes altas. Não gosto muito dele não. Mas os jurados adoraram.
- Jason Yeager - Without love - Tenho que reconhecer que ele tem um look ideal para fazer sucesso. Embora sua voz não me agrade.
- Chikezie Eze - I Believe - Hoje largou aquele terno de cafetáo de lado e veio vestido sem glamour. E cantou muito bem. O problema foi que, quando Simon pediu que ele fosse sincero sobre o que tinha achado ao assistir a apresentação da semana passada, ele não resistiu à tentação de ser vingativo com Simon. Vamos ver ao que isso vai levá-lo.
- David Cook - All Right Now - Acho que ele é o rockeiro mais autêntico dessa temporada. Acabo de escrever isso e Randy diz a mesma coisa... Agora todo mundo quer dar uma resposta ao Simon. O que eles esquecem é que, ao terminar o concurso, eles serão cantores atrás de um produtor e Simon será o que? Um produtor...
- David Archuleta - Imagine - Na entrevista eles o mostraram cantando "I'm just telling you I'm not going" que é uma música absolutamente inadequada para um menino cantar. Quem acompanha esse blog sabe o quanto eu não gosto de "Imagine", mas vou comentar somente a parte vocal. Ele mostrou que, apesar da idade, é um artista maduro. Cantou essa música de um modo totalmente diferente, e muito bem.

Acho que essa semana o que vai mandar é o carisma. O público vai eliminar os mais apagadinhos.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 18h57
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Prog Rock III

AS BASES

Bem, agora que sabemos o que caracteriza o Prog (na verdade, é muito mais complexo que isso que eu escrevi, mas serve pra começo), vamos recuar no tempo.
Sempre que se lê algo sobre o início de algum movimento artístico, social, político, deve-se recuar um pouco. Ninguém um dia acorda e diz : "acho que vou criar um movimento artístico revolucionário". Geralmente existem bases anteriores que fundamentam esse surgimento.

No caso do Prog Rock a coisa foi meio rápida. Alguns artistas que não fizeram parte do movimento progressivo, compuseram músicas que tinham inovações ao que se fazia na época e deram idéias para os primeiros compositores de Rock Progressivo. Então que fique bem claro: os artistas citados nessa postagem NÃO SÃO compositores de Rock Progressivo, mas compuseram algumas músicas com elementos tipicamente do Prog. Deu pra entender?

Na época do Rock Psicodélico, alguns artistas começaram a combinar o rock and roll tradicional com instrumentos da música clássica e ocidental. Os primeiros trabalhos de Pink Floyd e Frank Zappa já mostravam certos elementos do estilo. A composição "Beck's Bolero", de Jeff Beck e Jimmy Page em 1966, é uma releitura do famoso "Bolero" do compositor francês Maurice Ravel. Mais tarde vários compositores de Prog iriam fazer suas versões de clássicos da música erudita.

Pioneiros alemães da música eletrônica como Tangerine Dream introduziram o uso de sintetizadores e outros efeitos em suas composições, geralmente em álbuns puramente instrumentais. Em meados da década de 1960 The Who também lançou álbuns conceituais e opera-rocks, apesar de ser baseado principalmente na improvisação do blues, assim como feito por outras bandas contemporâneas tais como Cream e Led Zeppelin.

Parece estranho, mas sempre que vamos falar de algo em Rock temos que recuar até Beatles. Quem deveria se chamar "Genesis" eram os Beatles...


Dois álbuns dos Beatles foram fundamentais para o Rock Progressivo: "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" de junho de 1967 e o Álbum Branco. "Sgt. Pepper's..." tem uma característica que iria influenciar todo o movimento progressivo: a capa, bem ao estilo progressista, fugindo ao normal da época e às comportadas capas anteriores do grupo. No Álbum Branco, existe a composição Revolution 9 que inova a linguagem e pode ser chamada de Prog Rock. É uma música de 8:12 minutos que mistura tiros de metralhadora, som de orquestra, piano elétrico, vozes de uma multidão, repicar de sinos, trecho de uma ópera, barulho de ondas do mar, e assim vai.


Quem não conhece Beach Boys precisa conhecer. Por trás de uma música aparentemente simples com temática romântica e sobre praia, amores, etc temos harmonias vocais perfeitas e complexíssimas. Hoje em dia as músicas podem parecer comportadinhas demais. Inclusive o autor do ótimo livro "As Obras-Primas do Rock Progressivo", Jefferson Araujo Pereira, comete uma injustiça, a meu ver, quando diz, que, excetuando as músicas que influenciaram o Prog, o restante do disco "é muito chatinho". Perdôo o Jefferson por notar que ele é muito mais voltado à parte instrumental que para a vocal e isso pode ser o motivo da má vontade com os Beach Boys. Como vocal, eles são um exemplo até hoje.

Mas no disco "Pet Sounds" de 1966, Beach Boys inovaram completamente em termos de composição com 3 músicas instrumentais que poderiam muito bem estar num álbum de um grupo de Rock Progressivo: Let's Go Away for Awhile, Pet Sounds e Trombone Dixie (essa última com tendência a Jazz-Rock). Aqui, nesse momento, confesso meu terror imenso de estar escrevendo sobre Beach Boys nesse blog, pois meu professor Angelo Bellizia é simplesmente a maior autoridade sobre o assunto que conheço. Espero que ele me perdoe alguma eventual falha...

Let's Go Away for Awhile é a primeira composição instrumental de Rock Progressivo. Apesar de ser curta (2:15) ela tem uma orquestração que inclui guitarra, piano, oboé, vibrafone, dois baixos, quatro saxofones e doze violinos.

Em novembro de 1967 os Rolling Stones lançaram "Their Satanic Majesties Request" (TSMR), um álbum psicodélico, mas com 4 músicas que podem ser consideradas como Rock Progressivo. São elas: Sing this all together (See what happens), uma faixa de 8 minutos onde Mick Jagger canta somente por 1 minuto. No trecho instrumental temos flauta, banjo, vibrafone, um arranjo de metais, solos de guitarra, percussão, um duelo de pianos e guitarras e até alguns gritos; She's a Rainbow com um arranjo de cordas; Gomper é uma faixa quase totalmente instrumental com efeitos eletrônicos e 2000 Light Years From Home com mellotron, bateria e voz.


Acho que todo mundo sabe quem foi Jimi Hendrix. Embora ele nunca possa ser considerado um músico de Rock Progressivo, em sua discografia existem algumas músicas que poderiam tranquilamente figurar num disco de algum grupo de Prog Rock. A seguir eu cito o álbum e a música que se encaixa nesse estilo:

"Are You Experienced?" (1967) - Third Stone from the Sun (Essa imperdível, procurem inteira e ouçam)
"Axis: Bold as Love" (1967) - EXP
"Electric Ladyland"
(1968) - Still Raining, Still Dreaming; Voodoo Child (Slight Return); Moon, Turn the tides...Gently, gently, gently Away; And the gods made Love.
Voodoo Child na verdade envereda para um jazz-rock, que não deixa de ser um derivado do Rock Progressivo.

Ouçam essas faixas e reparem como elas lembram o estilo das músicas de Prog que eu irei citar aqui nas próximas postagens.

Bem, por hoje é só. Sei que as postagens estão ficando um pouco imensas, mas fica difícil falar de algo tão complexo de forma resumida sem correr o risco de ficar superficial. Ouçam os exemplos abaixo e COMENTEM.

Até a próxima postagem.



Categoria: Músicas, CDs e Videos
Escrito por Mau_Mau às 15h10
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