PRG de 26/03


JURI POPULAR

Helzer Oliveira, coreógrafo e Danilla Martins, professora de português. Ambos de Minas Gerais.
MUDANÇAS
Nova mudança da ordem dos quadros dos PRG. Agora o Festival Infanto-Juvenil veio antes do Quem Sabe Canta. Tenho curiosidade de saber se isso realmente aumenta os índices de audiência. Se realmente aumentar, a culpa é nossa...
QUEM SABE CANTA...
Sandra Liz - Casinha Branca - Deu um ritmo country a esta música, o que, sinceramente, achei que não combinou. Continua com aquela insegurança vocal impressionante. Nunca sabemos que nota vai sair num dado momento da música...
Cidália Castro - It's Raining Men - Escolheu algo bem conhecido para que ninguém dissesse que não conhecia a música. Não gostei muito do seu grave, mas nos agudos é imbatível. Felizmente, esta música é predominantemente aguda. Continuo fechando os olhos e jurando que estou ouvindo uma negra. Sabe dominar um palco sozinha e conquista a platéia com sua simpatia. No final resolveu mostrar os famosos "agudos da Cidália". Sua extensão vocal é impressionante.
Laura Wogan - How do I live - Após algumas semanas sem gostar muito das suas apresentações, finalmente gostei bastante da Laura hoje. E olha que estou com a interpretação da Barbra Zinger (minha mais nova descoberta) muito viva na cabeça...
Max & Capella - Frete - Deram um arranjo diferente a esta música. Não gostei. Teve de tudo: desafinadas, falta de sincronia e aquela pronúncia esquisitíssima que eles têm.
Five Back - Caçador de Mim - Quem colocou uma fita azul tampando o nome da Playtech (que deu o teclado para eles)?? Seja quem for, foi de uma grosseria e falta de ética tremendas. Continuo achando que o grupo não tem intimidade com músicas fora do universo gospel, pois a diferença de qualidade da harmonia vocal deles é imensa quando deixam o gospel de lado. Estão numa sinuca de bico: se cantam só gospel, enjôa. Se cantam fora do gospel, não vão tão bem...
André Marthins - Mercury Blues - Devia procurar o pessoal da Academia Panthera que dançava country em 2004 no PRG, pois aqueles dançarinos estão muito fracos. Cantou bem, mas naõ gostei muito da escolha da música. Tem que levar em consideração que o público brasileiro conhece muito pouca coisa de country (incluído o Juri) e isto influencia na receptividade. Acho que a saída do Ernani tirou o toque de desafio e o André está se acomodando.
DESAFIANTES
Júnior Basaglia - My Sacrifice - Visual = 10; Inglês = 4; Intepretação = 3. Ou seja, tem tudo para fazer sucesso junto ao público feminino. Disco de Platina duplo garantido. Pela posição das pernas, acho que o violão estava muito pesado para ele. O sacrifício foi meu por ter de ouvir isso...
Circe Mondini - Fugaz - Extremanente insegura no palco e vocalmente também. Nem por sonho ameaçou cantoras como Cidália e Laura...
Guilherme Rocha - Final Feliz - Já desisti de falar que o Juri não gosta de músicas de Jorge Vercillo. Parece que ninguém me ouve. Mas mesmo que o Juri não tivesse esse preconceito não iria se beneficiar pois exagerou nas firulas vocais e a música ficou chatérrima.
Ellen Wilson - La Vie en Rose - Voltou cantando algo totalmente diferente do seu estilo. Logo no início teve um deslize grave de afinação. Depois melhorou, mas ficou numa interpretação fria, perto da de Piaff.
Fernando Messias - Me and Bobby McGee - Tenho que me declarar incapaz de avaliar esse calouro, pois não aprecio Janis Joplin e não gosto de nada dela. Aparentemente foi bem.
Geiza Mel - Breathe - Como amante da música country de todas as vertentes sou doido por esta. Mas ela é dificilima. Começa em regiões baixas e sobe rapidamente. Ela não esteve muito bem na parte grave, mas melhorou muito na parte aguda. Exatamente com o Helzer disse. Finalmente um jurado popular que me agradou.

RESULTADOS
Circe Mondini -
Ellen Wilson - Messias (repescagem)
Geiza Mel - Ivan e Dannila (classificada)
Sandra Liz -
Cidália Castro - Helzer e Adriana (classificada)
Laura Wogan
- Marli e Moacir (classificada)

Júnior Basaglia - Dannila (repescagem)
Guilherme Rocha - Moacir (repescagem)
Fernando Messias -
Max & Capella - Ivan e Messias (classificado)
Five Back - Adriana (repescagem)
André Marthins -
Helzer e Marli (classificado)

Gostei da inversão da ordem dos calouros. Os desafiantes cantam depois dos classificados. Esperar por sua vez é uma tortura e os classificados devem ser poupados disto. Só tenho medo de que os jurados fiquem com as últimas interpretações mais vivas na memória.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 18h26
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PRESTANDO SERVIÇOS

Pessoal, sei que muitos que lêem este Blog gostam também de cantar, nem que seja no banheiro. O Mateus encontrou um programinha muito interessante para Karaokê. Roda praticamente todo tipo de arquivo (que você pode baixar em diversos sites), permite ajustar tom e andamento das músicas. Enfim, tudo que você queria para cantar fora do banheiro com maior qualidade.

É um bom começo para quem tem vergonha de cantar em Karaokê e uma ótima opção para quem já canta e quer voltar arrasando na próxima vez...

O programa está disponível no link abaixo e pega-se do mesmo jeito que os MP3 já postados

http://rapidshare.de/files/944391/cante.exe.html

E para pegar músicas para usar no programa, uma opção é este site:

http://www2.uol.com.br/cante/



Escrito por Mau_Mau às 06h03
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Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 17h38
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PRG de 19/03/2005

JURI POPULAR
Para fazer parte do Juri Popular não é mais necessário ser jornalista. Basta ter produzido um show de um ex-calouro do PRG ou ter sido Rei/Rainha do Carnaval. Viu como é fácil??
Mauro Mattar - dono de um bar noturno e produtor de eventos (inclusive do show do Ricky Vallen). Primo do Mauricio Mattar.
Priscila Hiller - "Quase médica" (sua autodefinição) e Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2004.
Finalmente os jurados populares resolveram se manifestar e se mostrar mais exigentes que os jurados profissionais. Cheguei a pensar que isso fosse só para aparecer, mas confesso que concordei com eles na maioria dos casos.
O comentário do Messias ("pela primeira vez o Mattar acertou") foi de uma arrogância e grosseria sem limites.
QUEM SABE CANTA
 Virgilio Pimenta - Tocando em Frente -
Escolheu uma das mais belas músicas do repertório sertanejo tradicional. Seu timbre é mais parecido com Daniel que com Almir Sater, inclusive com o tremulozinho na voz, típico dos sertanejos modernos (e que Almir Sater não tem). Interpretação muito parecida com a original, sem muito brilho e conseguiu a façanha de fazer esta música ficar chata...
 Ester Azeredo - Dindim/Wave -
Desafinou desde o início da primeira parte da música (Dindim não é pra qualquer um cantar), escolheu uma versão bilingüe sendo que seu inglês é sofrível. Em Wave, apelou para melismas exagerados para disfarçar as falhas de afinação. A Bossa-Nova dispensa ser lembrada assim..
 Ângelo Azevedo - Telegrama -
Apesar de ser um clone do Leandro Nilo, não veio cantar rock e sim uma música de um autor/cantor que abomino. Não tenho como evitar desgostar da apresentação por isso mesmo. Só posso dizer que cantou com extrema segurança e sem falhas vocais (a música não exige vocalmente, embora tenha uma métrica dificilíma)
 Carla Priscilla - You've Got a Friend -
Voltou grávida, com o rosto mais cheio (e mais bonita). Mudou radicalmente seu estilo, geralmente baseado em quadrilátero. Entrou na música insegura e teve muitas falhas não nos agudos (onde costumava falhar), mas justamente nos graves. A gravidez muda o timbre da voz das mulheres (até porque não pode fazer isso nos homens, né?). Parece que isso influenciou na afinação dela.
 Vittor Adam - Fátima -
Timbre desagradabilíssimo, música pessimista e interpretação gestual de cantor de Rap para um rock. Me peguei pensando em ir à cozinha beber água sendo que, durante a apresentação dos calouros, nada me faz levantar da cadeira...
 Leticia Santos - I'm with You - Escolheu uma música muito difícil e não deu conta do que se propôs. Conseguiu desafinar tanto em agudos, mas principalmente nos graves. Sua voz parece ter uma extensão bem menor do que a exigida para essa música.



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 16h41
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PRG de 19/03/2005 - Cont.

PRG de 19/03/2005 - Cont.

 Sandra Lyz - Evidências - Quem acompanha este Blog sabe o quanto gosto dessa música. Por isso mesmo, não posso perdoá-la por tê-la cantado. Na primeira parte, foi de uma insegurança vocal à toda prova. No refrão, melhorou, mas não o suficiente para compensar. Cantou melhor que na semana passada, mas ainda está longe do "nível PRG" de cantor.
 Cidália Castro - Tellin' You - Feche os olhos e ouça esta moça e você irá jurar que está ouvindo uma negra americana. Custo a crer que seja tão branca!! Tem uma voz e interpretação adequadas para este tipo de música. Faz o que quer com sua voz e empolga a platéia. O que mais se pode pedir.
 Laura Wogan - You Shook me all night long - Assustou o público feminino só deixando o maridão entrar depois da metade da música. Escolheu música de AC/DC o que é bem atípico para repertório de PRG. Apresentação eletrizante, embora não seja a minha praia.
 Five Back - How Deep is Your Love - Graças ao MEU DEUS, eles não voltaram com outra música gospel. Mas mudaram a letra para transformá-la em gospel. Em compensação, foi a primeira vez que ouvi falhas na harmonia e até na afinação do rapaz que é o solista. Deve ter sido alguma praga que Maurice Gibb enviou do além por terem mudado a letra.
 Max & Capella - Sinôninos - Gostei do timbre do cantor com chapéu (acho que é o Capella), embora tenha tidos algumas falhas vocais. Hoje o Max e sua pronúncia esquisita ficou só fazendo a segunda voz. Talvez por isso a apresentação desta semana tenha sido muito melhor que a da semana passada.
 André Marthins - Me Too - Veio com uma típica música country "Honky-Tonky" e com um rabequista ao vivo. É impressionante como seu timbre e a sua pronúncia é tipicamente country mesmo. Foi uma boa apresentação, melhor que da semana passada, mas as 3 primeiras ainda estão muito acima...

RESULTADO:
Ester Azeredo -
Carla Priscila -
Érika
Leticia Santos -
Sandra Lyz -
Ivan e Marli
Cidália Castro - Priscila e Mauro
Laura Wogan - Márcio e Messias

Virgilio Pimenta -
Ângelo Azevedo - Priscila
Vittor Adam -
Five Back -
Mauro e Messias
Max & Capella - Marli e Ivan
André Marthins - Érika e Márcio



Escrito por Mau_Mau às 15h44
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Memória do PRG

Iniciando o projeto "Memória do PRG" vamos começar a postar as músicas de antigos calouros. Para inaugurar, vamos com interpretações inesquecíveis:

Marcelo Beckman com "Beatriz", interpretação única e insuperável.

http://rapidshare.de/files/907437/Marcelo_Beckman_-_Beatriz.mp3.html

Rafael Siano com "Caruso", que lhe valeu a nota máxima numa época onde só um calouro tirava nota máxima.

http://rapidshare.de/files/907672/Rafael_Siano_-_Caruso.mp3.html

Gil Duarte com "How Deep is Your Love", versão bilingüe feita por ele mesmo.

http://rapidshare.de/files/907970/Gil_Duarte_-_How_deep_is_your_love.mp3.html

2º Dia, mais três músicas:

Marcelo cantando "Codinome Beija-Flor"

http://rapidshare.de/files/907536/Marcelo_Beckman_-_Codinome_Beija_Flor.mp3.html

Rafael cantando "Music of the Night", do musical "The Phantom of the Opera"

http://rapidshare.de/files/907768/Rafael_Siano_-_The_music_of_the_night.mp3.html

Gil cantando o Medley do Queen.

http://rapidshare.de/files/907809/Gil_Duarte_-_Queen_Meddley.mp3.html



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h23
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Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 06h28
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A EPOPÉIA DE GILGAMESH 1

GILGAMESH

 Escrita na Suméria, região da Mesopotâmia (onde hoje se situa o Iraque) há 4 ou 5 mil anos, a epopéia de GILGAMESH é possivelmente o primeiro texto literário preservado da humanidade. Considerada a obra-prima da literatura suméria. Mais antiga ainda que os dois grande épicos indianos (Mahabharata, e Ramayana, 1000-800 AC) e os dois grandes épicos gregos (a Ilíada e a Odisséia, 900-700 AC).

Aparentemente, Gilgamesh realmente existiu e foi um rei sumério por volta de 2700 AC. Gilgamesh, talvez, o primeiro personagem histórico, reinou em Uruk (a Erech bíblica) e construiu suas muralhas. Na lendária relação dos reis sumérios, ele é o sexto rei após o Dilúvio.

A epopéia de Gilgamesh foi escrita pela primeira vez por volta de 2000 AC na língua babilônica. Foram encontradas outras versões em Elamita, Hittita, Hurriano e Sumério num sistema de escrita que foi o primeiro inventado pelo homem, chamado escrita cuneiforme. A tradução deste épico, assim como outros textos mesopotâmicos mudou completamente a visão que se tinha da cultura Judáica. Alguns mitos geralmente associados à cultura judáica tais como a criação, o dilúvio e a familia de Noé estavam presentes em texto sumérios (o pentateuco - os 5 primeiros livros da Bíblia - foi escrito em 400 AC).

A existência desta obra-prima, escrita em doze tábuas incompletas, foi revelada pelo arqueólogo inglês George Smith que, em 1872, entre os restos da biblioteca do rei babilônico Asurbanipal (668-627 a.C.) em Nínive, encontrou partes da descrição do Dilúvio Universal e, de maneira indireta, tem uma descrição quase exata da história de Noé e o dilúvio Universal e da amizade entre Davi e Jonata; e na literatura grega, a união de de Aquiles e Patroclo. Alem disso, os judeus, durante o primeiro exílio babilônico, foram fortemente influenciados pelas lendas e mitos sumérios, babilônicos e mesopotâmicos, preservando muitas destas informações através do Velho Testamento.

"Proclamarei ao mundo os feitos de Gilgamesh. Esse foi o homem a quem todas as coisas foram conhecidas; o rei que conheceu os países do mundo. Foi sábio, viu mistérios e conheceu coisas secretas, e nos trouxe a história dos dias antes do dilúvio. Fez uma longa viagem, ficou fatigado, exausto de trabalhos, e retornando descansou, e gravou numa pedra a história toda.

Quando os deuses criaram Gilgamesh, deram-lhe um corpo perfeito. Shamash, o Sol glorioso, dotou-o de beleza, Adad, o deus da tempestade, dotou-o de coragem, os grandes deuses fizeram sua beleza perfeita, sobrepassando a todos outros, terrífico como um grande touro selvagem. Dois terços lhe fizeram deus e um terço homem."

Ponto de partida da literatura universal, a obra surge tão evoluída que, ainda hoje, mesmo separados pela barreira de 47 séculos, pela diferença de sensibilidade e pela nossa cultura moderna, configura-se uma leitura apaixonante, ainda que pouco conhecida fora dos círculos acadêmicos. O tema central, extremamente atual, vai além da narração de viagens, lutas e aventuras, temores e sonhos do protagonista: canta-se à amizade, ao amor, aos sentimentos de vingança, fala-se de opressão, de arrependimento e, acima de tudo, do temor à desaparição final e ao esquecimento após a morte. Este último é que leva Gilgamesh a uma procura insólita, desesperada e fracassada, mas não inútil, pela sua transcendência, da imortalidade.

Gilgamesh, o Rei de extraordinária fortaleza e beleza, exerce seu poder às vezes com sabedoria, às vezes despoticamente: oprime os homens jovens e as mulheres de Uruk, sem que ninguém possa se lhe opor. Os deuses resolvem, então, criar um homem que seja o seu similar: Enkidu, o homem primitivo, nascido e criado nos campos entre as bestas selvagens, o mais forte dos homens. A partir desse momento deve-se produzir o encontro de Gilgamesh e Enkidu, isto é, da civilização com a barbárie. Mas antes, Gilgamesh sonha com a vinda de Enkidu:

"Ora, Gilgamesh se levantou a contar seu sonho a sua mãe, Ninsun, uma entre os deuses sábios. Mãe, tive um sonho esta noite. Eu estava cheio de alegria, os jovens heróis estavam ao redor de mim e eu caminhava pela noite sob as estrelas do firmamento - e uma delas, um meteoro da substância de Anu, caiu do céu. Eu tentei levantá-lo, mas se mostrou pesado demais. Todo o povo de Uruk se juntou ao redor para vê-lo. As pessoas comuns se acotovelavam e os nobres se atropelavam para beijar seus pés. E para mim sua atração era como o amor de mulher. Ajudaram-me, eu cingi minha frente e o ergui com correias e o trouxe para ti, e tu o declaraste meu irmão."

Seus sonhos são interpretados por sua mãe, a deusa Rimat-Nimsum: "Essa estrela que desceu como um meteoro do céu; que tentaste levantar mas achaste demais pesada, quando tentaste movê-la ela não cedia, e então a trouxeste a meus pés - eu o fiz para ti, uma espora, e tu foste atraído como se fosse por uma mulher. Esse é o camarada forte, o que traz auxílio ao seu amigo em necessidade. É a mais forte das criaturas selvagens, da substância de Anu; nasceu nas pastagens e foi criado pelos montes selvagens; quando o vires ficarás contente, o amarás como se a uma mulher e ele nunca te rejeitará. Este é o significado do sonho."

Enkidu vai enfrentar Gilgamesh que já o espera prevenido pelos seus sonhos Depois de uma luta de titãs prevalece Gilgamesh, sendo reconhecido por Enkidu como seu superior. Tornam-se então amigos inseparáveis, transformando o mútuo respeito em verdadeira amizade que nunca haviam experimentado antes.



Categoria: Pensamentos
Escrito por Mau_Mau às 16h41
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A EPOPÉIA DE GILGAMESH 2


Gilgamesh convence Enkidu a viajar até a Floresta dos Cedros (no Líbano atual), com o intuito de matar o Guardião dos Cedros, Humbaba, o Terrível, cortar o Cedro Sagrado e obter glória e fama eternas. Ao chegar à Floresta dos Cedros, Enkidu lembra o formidável poder de Humbaba e tenta convencer Gilgamesh a abandonar uma luta impossível e retornar. Mas Shamash os protege e os amigos enfrentam Humbaba. Este é finalmente dominado, após uma luta de gigantes. Enkidu, temeroso das conseqüências de um revide, se deixarem Humbaba com vida, insiste que ele deve ser morto. O monstro amaldiçoa Enkidu condenando-o a ter curta vida e Enkidu, com seus braços formidáveis e sua enorme espada, corta a cabeça de Humbaba, despertando a ira do poderoso deus Enlil. Para aplacar o deus, Enkidu corta o maior dos cedros para com ele construir a Grande Porta do Templo de Enlil, em Nippur. Após terem cortado os cedros, iniciam o retorno e, à beira do Eufrates, constroem balsas que os levam de volta a Uruk. Enquanto Enkidu governa a balsa, Gilgamesh carrega triunfalmente a cabeça cortada de Humbaba.

De volta a Uruk, a bela Ishtar, deusa do amor, propõe casamento a Gilgamesh, mas ele recusa, após lembrar os trágicos destinos dos anteriores amantes da deusa. Ishtar, desprezada, é um inimigo temível (aliás, como toda mulher desprezada). Na sua ira ela pede ao seu pai, o deus Enlil, para enviar o Touro dos Céus e destruir Gilgamesh, sua gente e sua cidade. Contra toda expectativa, os dois amigos conseguem matar a besta. Ishtar apela à justiça dos deuses que, afrontados pela morte de Humbaba e agora pela do Touro, decidem que um dos amigos deve morrer e esse será Enkidu, já amaldiçoado pelo Guardião dos Cedros.


Enkidu fica sabendo de sua morte iminente por um sonho. Na sua comovente revolta frente à injustiça, apela ao deus Shamash que, em sábia resposta, o faz lembrar que deve agradecer pelas coisas boas que viveu e pelo profundo sentimento de perda que deixará atrás de si. Enkidu adoece e, apesar do cuidado constante e devotado de Gilgamesh, que é o mais sábio, morre após doze dias. Gilgamesh, arrasado pela perda do amigo, rende-lhe honras, constrói uma estátua em sua memória, rebela-se contra o destino e percebe que alcançar a fama entre os homens pouco ou nada significa frente ao horror do decaimento físico e da morte.

Gilgamesh rebela-se contra a Morte e dedica-se a procurar o segredo da vida eterna. Para tanto, decide procurar o único homem que a conseguiu – Utnapishtim, o Longínquo – o Noé sumério, a quem, após sobreviver ao Dilúvio, os deuses concederam vida eterna.

Numa viagem cheia de perigos, Gilgamesh encontra criaturas fabulosas e estranhas que o advertem da impossibilidade de sua procura, mas, com férrea vontade, continua e acha o barqueiro de Utnapishtim, que o levará ao encontro deste através das Águas da Morte. Quando, finalmente, o encontra, após jornadas agonizantes, é surpreendido, pois em vez de encontrar um ser extraordinário, cujo segredo de imortalidade estava disposto a tomar pela força, encontra um homem comum. Perplexo, diz:

"Estava decidido a lutar com você, mas agora meu braço pende inútil perante você. Diga-me, como é que você, na Assembléia dos Deuses, achou a vida eterna ?"

E Utnapishtim responde: "Eu te revelarei, Gilgamesh, o que é secreto, Dir-te-ei um segredo dos deuses!"

Utnapishtim revela então o que aconteceu no Dilúvio e como ele com a sua família, parentes, amigos e animais foram salvos pela sua piedade e obediência ao deus Ea (nome sumério do deus Enki, deus das águas doces e criador do homem e da sabedoria). O deus Ea, após o fim do Dilúvio, intercede a favor de Utnapishtim perante o poderoso deus Enlil, o guerreiro. Este, que ordenou o Dilúvio, fica irritado pela sobrevivência dos humanos e suspeita da lealdade de Ea que, argumentando eloqüentemente, convence-o de que não revelou o segredo. Enlil perdoa Utnapishtim e ainda o converte, bem como a sua mulher, em seres imortais.

Terminado o relato do Dilúvio e, frente à determinação de Gilgamesh, Utnapishtim lhe diz: "Então, quem convocará agora (a Assembléia) dos deuses para ti, para que possas achar a vida que procuras? Mas, já que o desejas, submete-te à prova: deves resistir ao sono durante seis dias e sete noites."

Gilgamesh, esgotado fisicamente pela penosa viagem, cai no sono logo e dorme sete dias seguidos. Ele falha no teste, sem dúvida devido à terça parte humana de sua natureza, e deve retornar. Antes de voltar, a esposa de Utnapishtim intercede frente a este para dar a Gilgamesh uma recompensa pelos seus esforços, dizendo: "Gilgamesh chegou aqui cansado e com as forças esgotadas. O que você lhe dará para que retorne à sua terra com honra?"

E Utnapishtim, dirigindo-se a Gilgamesh, já no barco: "Eu te revelarei um segredo dos deuses, uma coisa secreta. Embaixo da água existe uma planta, ela tem espinhos como uma sarça, como uma roseira ela te ferirá as mãos. Se conseguires apanhá-la, terás nas mãos a planta que rejuvenesce."

Gilgamesh mergulha no fundo do mar, colhe a planta e a segura, embora esta lhe ferisse as mãos. A planta lhe permitiria viver de novo a sua vida, com a vantagem da sabedoria adquirida na sua viagem que contém segredos dos deuses. Mas ele duvida e decide primeiro testar a planta com os velhos de Uruk e, depois, comê-la. Inicia o retorno, cruzando a porta do mundo que antes tinha franqueado. Quando para para descansar, à noite perto de uma fonte de águas frescas, Gilgamesh vai tomar banho e uma serpente, sentindo a fragrância da planta, silenciosamente sai das profundezas, apodera-se dela, muda logo de pele e submerge, para desespero de Gilgamesh que, impotente, a vê desaparecer nas profundezas.

"Então Gilgamesh sentou-se e chorou, grossas lágrimas correram-lhe pelo rosto. Encontrei o sinal da vida e agora o perdi."

A esperança acabou. Gilgamesh retorna ao lar, mais velho e de mãos vazias, tendo agora entendido que não existe a chance de uma segunda vida real e muito menos a de imortalidade. Perdida a esperança da vida eterna, Gilgamesh relembra e faz uma retrospectiva de sua vida.



Categoria: Pensamentos
Escrito por Mau_Mau às 16h40
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A EPOPÉIA DE GILGAMESH 3


A maioria dos tradutores prefere terminar aqui o relato. Contudo, na XII tabuleta encontram-se dois episódios importantes "A descida ao Inferno" e "A Morte de Gilgamesh", os mais antigos junto com a aventura da "Floresta dos Cedros". A "Morte de Gilgamesh" parece ser a repetição de fórmulas rituais fúnebres, possuindo então alto valor arqueológico. "A descida ao Inferno" pode ser uma variante do sonho de Enkidu, prevendo a sua morte, visto que Enkidu ressurge vivo neste ponto da narrativa.

O episódio começa de forma desconexa, com imagens e visões que pareceriam extraídas de um sonho. Depois de uma sucessão de imagens, quase incompreensíveis para a nossa sensibilidade moderna, temos:

"A flauta e a harpa caíram na Grande Mansão (o inferno). Gilgamesh enfiou nela sua mão, mas não pôde alcançá-las. Enfiou o pé, mas não pôde alcançá-las. Então Gilgamesh sentou-se frente ao palácio dos deuses do mundo subterrâneo, derramou lágrimas e ficou com o rosto pálido. Ó minha flauta, ó minha harpa! Minha flauta cujo poder era irresistível! Minha flauta, minha harpa, quem as trará dos infernos?"

Enkidu se prontifica a ir aos infernos procurá-las. Gilgamesh dá-lhe então conselhos para facilitar o seu retorno, como o de não usar ungüentos perfumados, nem vestir roupas limpas, nem deixar o seu arco na terra etc., para que os espíritos não o prendam. Mas, confiando nas suas forças, Enkidu faz tudo errado e a terra "o pega". "O destino não o possuiu, nenhum espectro o possuiu, a terra o possuiu. Não caiu sobre o campo de batalha, a terra o possuiu."

Gilgamesh tenta de todas as formas conseguir, através dos deuses, a libertação de Enkidu. Mas Enlil nem o escuta. Finalmente o deus Ea, criador e protetor dos homens, comanda ao deus dos infernos, Nergal:

"Abre o fosso que comunica com os infernos, que o espírito de Enkidu volte dos infernose possa falar com seu irmão!"

Aberto o fosso por Nergal:

"O espírito de Enkidu, como um sopro, saiu dos infernos. E Gilgamesh e Enkidu falaram:
- Ó meu amigo, meu caro Enkidu, diga-me a lei do mundo subterrâneo, você a conhece.
- Não, não te direi a lei que conheço. Não te direi a lei para que não te sentes a chorar!
- Seja assim. Quero sentar-me e chorar!"

Então, seguem-se as revelações que Gilgamesh mais teme:

"Aqueles que quiseste, os que eram gratos a teu coração, todos os que acariciaste, estão agora roídos pelos vermes, estão cobertos de pó. Seus espíritos não têm descanso nos infernos."

Não há retorno real de Enkidu, que, vítima de sua fidelidade e por não ter respeitado a sabedoria dos conselhos de Gilgamesh, que representa o Saber e a Ciência, deverá ficar para sempre nos infernos.

Termina assim o épico mais antigo da humanidade. Não só com a morte física do herói, mas com o seu fracasso na procura pela vida eterna. Gilgamesh morre junto com os seus sonhos, mostrando assim que é humano. A partir dessa verificação, só lhe resta voltar à sua amada Uruk, para deixar a marca perene de sua existência.

Morta a esperança, Gilgamesh alenta nas suas façanhas, e por isso é que faz sua retrospectiva vital ao barqueiro Ur-shanabi, único a testemunhar sua luta impossível contra o destino efêmero dos humanos. Ele volta à sua Uruk onde, por fim, encontrará a tão temida morte. "Ó Gilgamesh, foi-te dada a realeza segundo o teu destino. A vida eterna não era teu destino."


É impressionante como uma peça literária, datada da alvorada da palavra escrita, possa ter tal profundidade, tal multiplicidade de interpretações, das mais superficiais e óbvias até as mais profundas e simbólicas. Ao conhecer essa epopéia, inúmeras perguntas nos vêm à mente:

  • O que nos distingüe dos animais? Gilgamesh era parte humano, parte divino e Enkidu era parte animal, parte humano. Como ambos eram sósias, não seriam eles as duas essências que formam o ser humano: animal e divina?
  • Qual o sentido da busca de Gilgamesh pela imortalidade? Seria importante o seu objetivo ou a jornada até obtê-lo? Ao longo se sua busca, o herói tem acesso a muitas informações que o transformam numa pessoa mais sábia. Não seria esse o sentido de nossas vidas: aprender na busca, não na chegada?
  • O texto é repleto de menções tais como "o amarás como se a uma mulher". Seria o relacionamento entre Gilgamesh e Enkidu o mais antigo relato de amor homossexual de que se tem notícia? Ou seriam os sumérios tão ingênuos a esse respeito que não viram outro sentido para essas frases? Teria sido a morte de Enkidu uma punição a Gilgamesh por seu amor proibido? Teria sido esse o real motivo da rejeição da deusa Ishtar?

E não teria Gilgamesh atingido, no final das contas, o seu objetivo? Pois quase 47 séculos se passaram e ainda estamos falando dele e de suas aventuras. Não seria essa a real imortalidade? E a sua busca pela imortalidade, a primeira que se tem noticia, não se renova a cada descoberta da Ciência?

Para terminar esse texto, creio que não há melhor conselho que aquele presente nos versos que Gilgamesh ouve de uma taverneira em sua busca infrutífera:

"Por que vagabundear assim Gilgamesh? A vida sem fim que buscas, nunca a encontrarás! Quando os deuses criaram os homens, eles determinaram-lhes a morte e reservaram a imortalidade apenas a eles próprios! Tu, de preferência, enche a pança, vive alegre, dia e noite, festeja diariamente, dança e diverte-te, dia e noite. Veste roupas limpas, lava-te, banha-te. Olha com ternura teu filho que te dá a mão e faça a felicidade de tua mulher, abraçada a ti: Pois essa é a única perspedtiva dos homens!"



Categoria: Pensamentos
Escrito por Mau_Mau às 16h37
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PRG DE 12/03/2005

 PALHAÇADA !!!!
Lembram daquele personagem do Jô que dizia "eu acreditei!!" após cada plano econômico? Eu só não digo isso, pois eu não acreditei mesmo! Quando soube que haveria o tal juri popular, nem me dei ao trabalho de me inscrever, pois sabia que Raul não dá pondo sem nó. Neste segundo sábado temos outro casal de jornalistas, ambos trabalhando na área de assessoria de imprensa (aliás, ambos poderiam ser modelos). Não dá nem para dizer que estão dando prioridade a jornalistas pela sua facilidade em se expressar, pois pouco falam no Juri. Além disso, temos vários membros do Fórum que são jornalistas e não vi nenhum lá. Ou seja, essas duas vagas são para divulgação pessoal de profissionais que querem ser vistos na mídia. Em protesto contra isso, vou fazer exatamente algo que vai contra o objetivo dessas pessoas no Juri: não vou citar nomes.

QUEM SABE CANTA, QUEM NÃO SABE DANÇA
 Cidália Castro - I am changing - Já havia ouvido falar da Cidália, mas confesso que tive uma grata surpresa. Embora o estilo cantado hoje não seja dos meus favoritos, tenho que admitir que ela arrasa. Acho que ainda pode mostrar muita versatilidade, pois sei que canta muito bem músicas da Mariah, canta ópera, etc.
 Edson Cunha - Solidão de Amigos - Trouxe novamente o rabequista, Clayton Rodrigues, que já despertou o interesse de Chitãozinho e Xororó. Achei que sua voz não casou bem com essa música que fica bem melhor em voz mais aguda.
 Leticia Santos - A Fórmula do Amor - Já no começo desafinou. Cantou quase a música toda fora do tempo. E olha que cantar Kid Abelha é tido por alguns como fácil (se fosse, ouviríamos mais frequentemente no PRG e nos Karaokês). Só melhorou no finalzinho, mas já era tarde. Acho que foi efeito da Cidália...
 Gustavo Segre - El dia que me quieras - Para um argentino, cantou muito mal um tango de Gardel e ainda mais com um espanhol estranho, parecendo brasileiro cantando em espanhol. Comentário do Messias ("Ele é mais gestual e esquece do sentimento que a música está passando") foi corretíssimo. Pena que no passado recente ele parece que não pensava assim...
 Sandra Liz - Bijouteria - Vibrato inseguro no início. Cantou como se estivesse fazendo um esforço enorme, plantada no mesmo lugar do palco. Desafinou várias vezes. Não gostei. Não é porque gosto de sertanejo que vou gostar de qualquer coisa...
 Irmãs Teodoro -
Liguei pra dizer que te amo - Lembrei de Kami&Kase, principalmente pela morena. Têm um estilo BEM sertanejo de fronteira (apesar de serem mineiras), que não costuma fazer tanto sucesso em capitais. A loira tem um timbre muito diferenciado. Apresentação regular, mas com chances de melhorar.
 Evelyn Aline - Sonhos - Ela dá uma interpretação própria às músicas, mas nem sempre isso fica bom. Hoje achei que pegou uma música extremamente intimista (como todas do Peninha) e deu uma interpretação rude totalmente inadequada ao que estava cantando. Vocalmente esteve bem.
 Laura Wogan - I Wanna Know What Love Is - Bem mais magra! Desta vez não trouxe aquele sátiro lascivo da semana passada. Maridão presente como sempre (agrada o público feminino e ainda toca bem o sax). Quem me conhece sabe o quanto gosto desta música. Embora goste de interpretações mais fortes para essa música (imagino Nando Fernandes, Leandro Nilo ou Cidália Castro cantando isso), foi uma apresentação competente e melhor que aquela coisa nojenta da semana passada.
 Max & Capella - O Ipê e o Prisioneiro - Nossa! Que início horrível! Estavam sem sincronia. Em pensar que eu disse que Ed Marques & Alessandro tinha sucessores (já ajoelhei no milho). O cantor sem chapéu (acho que é o Max) tem uma pronúncia estranhíssima. A grande decepção do ano.
 Five Back - Teaching the Truth in Love - Os "cinco de costas" voltam com mais uma música gospel. Sinto muito, mas uma ou outra música gospel tudo bem, mas TODO o repertório me cansa um pouco. Ainda mais numa emissora evangélica, levanta suspeitas. Eles cantam bem a capella, mas por motivos ideológicos não gostei.
 André Marthins - Do What You Gotta Do - Acho que eu não estava de bom humor hoje. Até o André, que adoro e que mesmo assim ainda foi o melhor, não me agradou tanto quanto antes. Aquele papo inicial me pareceu meio forçado. Não me lembro dele ter um sotaque caipira tão forte. Parecia que o Fabinho tinha crescido...


Cidália Castro - Ivan e Márcio
Leticia Santos - Messias
Sandra Liz - Fabio e Marli
Irmãs Teodoro -
Evelyn Aline - Volta por "droit du seigneur"
Laura Wogan - Melora e Café

Edson Cunha - Márcio
Gustavo Segre -
Max & Capella - Ivan e Marli
Five Back - Melora e Café
André Marthins - Fabio e Messias



Escrito por Mau_Mau às 17h00
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Wuthering Heights finalmente...

  Sei que demorei para atender a esse pedido, mas aí está: Wuthering Heights com Dannilu (trecho da gravação do PRG). Infelizmente não tenho a música inteira e até que seria uma boa que eu gravasse isso no próximo show dele que eu fosse...

http://rapidshare.de/files/837006/Dannilu_Wuthering_Heights.wma.html

Para quem ainda não sabe como usar o Rapid Share e fazer o download, clique e leia o texto que está no link abaixo:

INTRUÇÕES PARA USO DO RAPID SHARE



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 15h38
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  Pessoal, todo dia recebo mensagens com os seguintes dizeres:

"Junte-se à minha rede de amigos no Gazzag"

"Updating my address book"

e outras do gênero...

Não sei se esses e-mails são legítimos ou não. Nunca clico em nada que tenha um script de Java ao invés de uma URL. Caso sejam legítimos, gostaria de deixar uma coisa bem clara:

1 - Não vou me associar a NENHUM concorrente do Orkut. Já não tenho tempo para nada, que dirá gerenciar duas redes de amigos.

2 - Se você é tão preguiçoso que não pode me mandar um e-mail ou perguntar pelo meu endereço via MSN, não quero meu endereço com você não. Você vai ter preguiça de mandar e-mail e vai me mandar aquela mensagens "por atacado" que detesto.

Portanto, espero com isso que ninguém perca o seu e o meu tempo mandando esse tipo de coisa. Embora eu suspeite que esses e-mails são algum tipo de Spam disfarçado usando o nome das pessoas da nossa lista do MSN...



Escrito por Mau_Mau às 06h19
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Novo site do Raphael Lopes

Pessoal, hoje queria fazer uma propaganda de um site e de um cantor.
  
Vocês se lembram de um garoto que cantava no estilo Robinson e que estava sempre com uma garrafinha de água na mão, vestindo suspensórios?? Eu e minha irmã éramos super-fãs desse menino. Na época, tinha a Suellen, o Sabiá e outros, mas a gente adorava o vozeirão do garoto. Trata-se do Raphael Lopes.
 
Bem, o garoto cresceu (bastante) e sua voz ficou ainda melhor. Embora esteja ainda com 14 anos, sua voz já mudou e parece estar já formada. Ele agora mora em Portugal, mas pretende vir ao Brasil e se apresentar no PRG. Prevejo um sucesso garantido pelas músicas que tenho ouvido dele. Só precisa escolher bem o repertório e seguir o exemplo do Robinson e cortar as firulas pela metade. Nada que um bom produtor não possa fazer.

Ele está com um site novinho em folha (www.raphaellopes.com), que tem até MP3 de suas músicas para fazer download. Ouçam "You are so beautiful" e vejam como o garoto evoluiu. Apesar dele não ter incluído meu Blog na lista de sites preferidos dele, eu serei magnânimo e farei propaganda dele aqui...



Escrito por Mau_Mau às 09h01
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Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 21h19
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PRG de 05/03/2005

  Neste sábado tivemos a estréia dos jurados "populares". Nesta semana, os escolhidos foram Daniel Cilio (último ano de jornalismo) e Juliana Macarroni (recém formada em jornalismo com especialização em música). Talvez por serem jornalistas querendo um espaço neste setor, notei em certo momento que eram os únicos compenetrados, ouvindo com fone de ouvido enquanto outros jurados conversavam entre si ou simplesmente ouviam despreocupados.
Não posso deixar de comentar que, dentre os 40 mil inscritos, foram escolher "coincidentemente" dois jornalistas?? E ninguém do Fórum?? Cadê Max Evans? Cadê Alcoro? Cadê Val? Mão Preta? Mistérios...
Uma das coisas de extremo mau gosto que o Raul está fazendo com frequência crescente é insinuar ou dizer abertamente que o calouro gastou uma nota quando tem alguma faixa na platéia apoiando este calouro. Talvez por viver num mundo podre onde tudo tem uma segunda intenção, tudo envolve esquemas de bastidores, tudo passe pela boca do caixa, ele pense que todo mundo seja assim. Como alguém que freqüentou as gravações, sei que fãs verdadeiros dos calouros fazem faixas às suas custas, muitas vezes sem nem conhecer o calouro pessoalmente.

 Francine Porto - Sometimes - Alguém dê um papel numa das novelas da Record para essa moça para que nossos ouvidos possam descansar. Raul iniciou com um comentário irônico relacionado à Tiane Tambara, dizendo que Francine tinha vindo de avião, não tinha viajado 28 horas de ônibus. Acho justo, visto que viajar 28 horas para cantar como ela canta seria um desperdicio de borracha dos pneus. Além do mais, talvez Tiane não fosse apreciadora da picanha do "Prazeres da Carne" tanto quanto Francine é. A inclusão de uma gravação de público gritando desesperadamente (obviamente não era a platéia, o som era bem diferente), no meio da música foi de uma desonestidade ímpar...
 Ricardo Khan - Nunca - Voz insegura e trêmula. Teria virado "dança" logo no início. Lupcínio não merecia isso. Incrível o tal do Tato não ter ouvido desafinar.
 Leny - Nada mais - Deu um estilo meio soul à música, mas apresentou muitas falhas de afinação e a apresentação ficou devendo bastante.
 Wellington Rodrigues - Te amo cada vez mais - Esse rapaz canta bem. A comparação com Daniel é inevitável o que o prejudica pois não chega aos pés, mas tem condições de cantar um sertanejo feijão com arroz muito bem. Não devia escolher neste repertório justamente músicas mais exigentes (versão da Celine Dion), de cantores mais preparados vocalmente. Tem que melhorar a postura no palco.
 Vanessa Amaral - Hello - Timbre bastante interessante, mais grave do que normalmente vemos no PRG. Escolheu um andamento um pouco mais lento o que tornou a música um pouco cansativa. Parece muito tímida e nervosa. Talvez com o tempo possa se soltar mais. O mais incrível foi ouvir tanto o Tato quanto a Juliana criticarem uma música que encheu Lionel Ritchie de dinheiro...
 Tiago Brandão - Volta pra mim - Essa música tem um início de frases dificílimo e o rapaz passou por eles sem nenhum medo. O refrão ("eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir") arrepia até quem não tem coração. Saiu-se muito bem, aliás bem melhor que na primeira apresentação. Quando tirou o casaco, exibindo seus músculos, ganhou por completo a platéia e poderia até parar de cantar a partir daí. Cantor praticamente pronto para ser lançado no mercado teen.
 Andréia Leão - Conto de Areia - É Policial Feminina (espero que não me prenda depois de ler minhas críticas). Deu uma versão entre samba e bossa nova para essa música de Clara Nunes. Não gostei muito de sua voz. Achei irregular, com momentos muito bons e outros onde a voz quase sumiu. Concordo com o senador Magno Malta, todos funcionários públicos deveriam ser mulheres. Aliás, os privados também. E os homens ficariam em casa. Vamos começar com os cargos de senador.
 Five Back - Shout to the Lord - Optaram por uma música gospel da Tasmânia que ninguém conhecia. Sem uma base de comparação já fica difícil avaliar, mas mesmo assim, não gostei tanto quanto da primeira vez que cantaram. Mas tenho dificuldades com grupos vocais, então não sou um bom parâmetro.
 Jacqueline Müller - Angels - Cantou uma versão bilingue que trocava tão rapidamente de idioma que tive até dificuldades para saber quando cantava em inglês e quando em espanhol. Não entendo por que não optou por um idioma só. Mas vocalmente foi perfeita. Depois da decepção de Laura Wogan semana passada, ficou isolada MUITOS degraus acima de qualquer outra caloura.
 Max e Capela - Cutelinho - Não cantaram a capella (não resisti ao trocadilho). Quando entraram, pensei que seriam mais um projeto de dupla sertaneja comum. Mas escolheram uma música de raiz, ainda se acompanharam ao vivo e tocando muito bem. Ed Marques e Alessandro já têm sucessores...



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 18h14
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  No intervalo Leilah Moreno apareceu (loira) com seu novo estilo. Achei engraçado ver alguém cantando uma música com "puta som" na letra, no "programa da familia brasileira" e numa emissora Evangélica. Preferia Leilah no estilo anterior...
Alguém está notando a propaganda que vem se repetindo todo sábado falando dos grandes talentos que o PRG revelou, tanto crianças quanto adultos? Não se faz propaganda se não está precisando de clientes. Talvez a procura por parte de candidatos a calouros tenha reduzido nos últimos tempos. Isso explicaria a decisão de "perdoar" ex-calouros que foram em outros programas.
OS ELEITOS
 Laura wogan - Amor Perfeito - Achei horrível aquele dançarino encoxando a Laura no meio do palco (desculpe a grosseria, mas não tem outro nome para o que eu vi lá). E tudo isso sob os olhos do maridão tocando sax ao fundo. Melhorou muito da semana passada para essa. Dançou, estava mais animada, cantou melhor, mas só ganhou da Jacqueline por estar mais conhecida do Juri.
 Evelyn Aline - Wave - Começou agradecendo ao Senhor DELA (e parece que só é dela esse Senhor). Não sei se influenciado por esse proselitismo eu detestei a apresentação. Achei a interpretação totalmente inadequada ("os olhos já não podem VEEEEEEEEEEEEEEEEEER" provavelmente porque ficaram surdos).
 Ernani Rodrigues - Que nem maré - Para salvação da vida das meninas da platéia, ele voltou para alegrar seus sábados. Escolha arriscada pois o Juri tem uma má vontade com Jorge Vercillo incrível. Vocalmente foi melhor que semana passada. Não modificou tanto o ritmo da música como fez antes. Aliás ficou até muito parecido com o original. Tem problemas com a interpretação (ficou sacudindo a camisa em momentos em que a letra não falava de nada que justificasse isso).
 André Marthins - Blowin' in the Wind/Oh Suzana/Jambalaya - Não me lembro se cheguei a escrever aqui, mas Jambalaya era uma música que eu havia pensado para ele cantar. Quem me acompanha sabe que não gosto muito de medleys. Podia ter cantado só uma delas e Jamabalaya seria minha escolhida. Ele tem um timbre uma pronúncia tipicamente country. Fico me perguntando se já chegou a morar fora do Brasil ou se tudo isso foi adquirido aqui mesmo.

Francine - Tato (Repescagem)
Leny - Ivan (Repescagem)
Vanessa -
Andreia -
Jacqueline - Juliana (Repescagem)
Laura - Messias e Marli (Classificada)
Evelyn - Magno Malta e Daniel (Classificada)

Ricardo Khan -
Wellington -
Tiago - Messias (Repescagem)
Five Back - Juliana e Magno Malta (Classificados)
Max e Capela - Ivan e Marli (Classificados)
Ernani - (Vai ter nova chance por droit du seigneur do Raul)
André Marthins - Daniel e Tato (Classificados)



Categoria: Televisão
Escrito por Mau_Mau às 18h08
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Mais músicas dos calouros

Mais músicas dos calouros

Após a música da semana, vamos continuar com as músicas interpretadas pelos principais calouros neste sábado. Por enquanto temos somente o André Martins com Callin' Baton Rouge, mas pretendo colocar outras logo.

http://rapidshare.de/files/759812/Andr__Martins_-_Callin_Baton_Rouge.mp3.html

Só lembrando que, se você não entende bem inglês ou não conhece o sistema do RapidShare deve ler as explicações na "Música da Semana" da semana passada. Depois que você aprende, é fácil.



Escrito por Mau_Mau às 07h00
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Música da Semana

Música da Semana

  Aposto que todo mundo estava achando que eu escolheria a música do Garth Brooks de novo esta semana. Erraram. Escolhi esta aqui porque o Messias, que já está velhinho e esquecido, disse que ninguém havia cantado "Como vai você" como o Ernani havia feito. De certa forma é verdade, porque o Marcelo Beckman cantou MELHOR.
Nunca liguei muito pra essa música, por não ligar muito pra Roberto Carlos, até ouvi-la com o Marcelo. Aí, passei a gostar MUITO.

 Como Vai Você


Composição: Antônio Marcos / Mario Marcos

Como vai você ?
Eu preciso saber da sua vida
Peça a alguém pra me contar sobre o seu dia
Anoiteceu e eu preciso só saber
Como vai você ?
Que já modificou a minha vida
Razão de minha paz já esquecida
Nem sei se gosto mais de mim ou de você

Vem, que a sede de te amar me faz melhor
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto me fazer feliz

Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber
Como vai você

Como vai você ?
Que já modificou a minha vida
Razão da minha paz já esquecida
Nem sei se gosto mais de mim ou de você

Vem, que a sede de te amar me faz melhor
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto me fazer feliz

Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber
Como vai você

 Para que a comparação seja justa vou colocar as duas interpretações: Beckman e Ernani. O MP3 do Ernani só foi possível graças ao Mateus Costa, um garoto de 13 anos que conheci através de seus comentários no Blog. Ele está fazendo MP3 de todas as interpretações e irei disponibilizá-las aqui a partir de agora. Ouçam e confiram. Para aqueles que não sabem ainda como usar o RapidShare, dêem uma olhada na música da semana passada. Não tentem sem ler que tem uns macetes estranhos.

 http://rapidshare.de/files/749978/Como_Vai_Voc_.mp3.html

 http://rapidshare.de/files/750527/Como_Vai_Voce-Ernani.mp3.html

 



Escrito por Mau_Mau às 21h15
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